domingo, 22 de janeiro de 2017


Vieram me ensinar sobre doença mental, logo eu que sou pinel...

Hpinel, autor, ficção...
Brincadeira do facebook que consiste em criar uma frase desse modelo, colocando LOGO EU.
Aqui eu brinquei com meu sobrenome (substantivo próprio), que em algumas partes do mundo, se transforma em adjetivo kkk


PEDIRAM-ME NA PÁGINA DO FACE "PSEUDO CINÉFILOS - O GRUPO"... E PEDEM PRA SOCIALIZAR... 
Cite doze filmes que de alguma forma marcam ainda sua vidinha cotidiana existencial de merdinha kkk

EIS MINHA LISTA SEMPRE PROVISÓRIA, E NUNCA DEFINITIVA, INCOMPLETA, INCONCLUSA, EFÊMERA... COMO É A VIDA...


[1] Tropical Malady (Tailândia, 2004, Apichaptong Weerassetakul)
[2] Brokeback Mountain (Estados Unidos, 2005, Lee)
[3] A Cor do Paraíso (Irã, 1999, de Madji Madjii)
[4] Canções de Amor (França, 2007, Honoré)
[5] Noites de Cabíria (Itália, 1957, Fellini)
[6] Tudo Sobre Minha Mãe (Espanha, 1998, Almodóvar)
[7] Odete (Portugal, 2005, João Pedro Rodrigues)
[8] Deus e o Diabo na Terra do Sol (Brasil, 1964, Rocha)
[9] Into The Wild (Estados Unidos, 2007, Penn)
[10] Doushitemo Furetakunai (Japão, 2014, Amano)
[11] No Regret (2002, Coreia Sul, Leesong Hee-il)
[12] Home: Love, Happiness, Memories (Tailândia, 2012, de Chookiat Sakveerakul].

Ele tenta me dar aula sobre islamismo xiita, logo eu que sou do Hiran.

Hpinel, autor, ficção... brincando com meu nome.
Trata-se da brincadeira do LOGO EU...
Não despreze o outro, quem sabe um dia esse outro pode lhe salvar!

Hpinel, autor, ficação.
Série; "Bromance" (China/ Taiwan, 2015; Original: 愛上哥們 -; direção de Chen Rong Hui Ou: 陳 戎 暉) ...

Que série linda, envolvente... tô que nem quaisquer fãs... doidão... kkk


SINOPSE: Uma mulher linda foi criada como homem (Pi Ya Nuô) - lembre-se que estamos na Ásia terra de homens com poucos pelos e rostos de meninas/ meninos. Ela assim se comporta, mas se reconhece ser feminina... e então ela conhece um gangster (o galã e talentoso Baron, no personagem Feng) que se apaixona por ele (que é ela) ... A partir daí tudo é possível, da repressão sexual até à soltura corporal e entrega desenfreada e o moralista casamento. Um must essa série, que tem cenas com linguagem de cinema, tem linguagem de série e até de telenovela. Imagine um hetero apaixonado por um homem? O personagem é generoso, não escandaloso - é masculino, ele assume que ama e pronto... é uma série que pode provocar sensibilizações em preconceituosos não fundamentalistas. É a importância social e psicossocial de uma obra de arte,

IMAGENS

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ATOR: Yang Wei Ming  Ou:  廖廣超 - personagem: Liao Guang Chao, amigo de Pi Ya Nuo (magistral atriz Megan Lai - perfeita, merecedora de todos os prêmios), depois motorista da irmã de Du Zi Feng... É um ator maravilhoso, com grande tempo de comédia...
 

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Vilão... é difícil encontrar o nome desses atores... ufa...

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Gente esse ator aí em cima, do post, se chama Baron Chen (1978-) e é filho de Chen Chi-li (1943-2007). Chi-li foi o gangster mais famoso de Taiwan, que assassinou na Califórnia (EUA) um jornalista chamado Henry Liu (1932-1984), isso em 1984. É que Liu publicou biografia sobre o filho do ex-presidente da ilha, o famoso Chiang Kai-shek (1887-1975). O filho de Kai-shek era chamado Chiang Ching-kuo, que era amado por boa parte do seu povo, e também presidente. É importante destacar que Chi-li passou a ser um herói para grande parte do seu povo, abordado assim nas mídias. Filho de um gangster, e eu adorei essa coisa, essas vidas impregnadas de vicissitudes. Talentoso demais e cute-cute... Viva o ator Baron Chen de uma vida sofrida à estrela de Bromance... Ôba 





ELENCO PRINCIPAL DESSA SÉRIE...
Baron Chen como Du Zi Feng  杜子楓 - EXCELENTE
Megan Lai como Pi Ya Nuo  琵亞諾 - MARAVILHOSA
Bii como Wei Qing Yang  衛青陽 - CUTE-CUTE
Sean Lee como Chu Zhe Rui  楚哲瑞 - concorrente de Feng (comédia)
Yang Wei Ming  Ou:  廖廣超 - personagem: Liao Guang Chao (comédia... muito bom)....




sexta-feira, 13 de janeiro de 2017


Tentou fazer cu doce pra mim, logo eu
que sou diabético.


Hpinel, autor, ficção
Brincadeira do face com o termo LOGO EU...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

AMOR-AO-CONHECIMENTO...
"Quando era jovem, eu vivia muito angustiado, era muito só, muito. Eu não estou fazendo melodrama, simplesmente era uma angústia de desejar alguém que ficasse perto de mim, e me tocasse corporalmente - era uma fome de amar. Não me importava: uma mulher, um homem, um cão vadio, um pássaro daqui. Era só, e sem ninguém. Vivia com minha avó, e também com minha tia que era uma histérica, que não permitia o toque. Essa mania do não me toques tem sua etiologia advinda dos meus pais e irmãos, do meu avô alcoólico que bebia porque faltava-lhe o toque. Na escola do segundo grau, onde eu estudava na capital mineira, era algo tão pesado, tão, que aos sábados e aos domingos eu tentava frequentar lugares públicos e ou cinemas com o objetivo de fazer amizade - eu não pensava em sexo, juro, mesmo sendo tão jovem e bonito! Mas não conhecia ninguém, nem mesmo um Seu Ninguém. Foi quando li meu nome em primeiro lugar, aprovado no vestibular, então eu tive uma nítida percepção de mim, percepção essa que nunca mais desgrudou da minha pele/ alma/ mente, sendo algo experiencial: 

(...) minha área não é do amor-sexual, mas do amor-ao-conhecimento', ainda que ambas (as áreas) possam ser (co)movidas pela libido (...)

Assim, ao longo do meu desenvolvimento e aprendizagem optei por ficar só. Creio que nesse sentido da vida, quando estiver muito doente, à beira da morte, eu sofrerei de forma absurda, pois acostumei-me a ficar só, rodeado de livros, artigos científicos, revistas, internet, de técnicas, de testes padronizados, de procedimentos, de filosofias, de etapas mornas, filmes, séries, mangás, quadros, enfeites, panelas novas, fotos de atores que eu escolhi como ídolos, bichos de pelúcia, além de muita comida podre - uma trôpega respiração de merda. São coisas que dou vida, objetos e dispositivos que humanizo e que substituem o outro-concreto-comigo. Disso tudo, nesse tempo e espaço de cuidado, creio que morrerei mais rápido estando fisicamente perto do outro, não suportando sua voz e um medo ferrenho desse mesmo outro que terá em tocar um corpo decrépito, fedido. E nesse momento eu acho que pensarei: 'não suporto o inferno desse meu amor fracassado' ".

[Hiran Pinel, autor; ficção e não adiantam teimar (kkk), é intencionalmente ficção, mas é claro que a gente se projeta também, mas intencionalmente é ficção; vou corrigindo esse texto, pois nossa Língua Pátria é complexa demais... kkk].

[Trouxe do Facebook direto pra cá]