sábado, 29 de agosto de 2026

 "TRANSCRIAÇÃO EMPÁTICA"... 

COMO DISPOSITIVO PARA DESCRIÇÃO E ANÁLISE DE UM RELATO DE “EXPERIÊNCIA VIVIDA” COMO PARTE DA PESQUISA FENOMENOLÓGICO-EXISTENCIAL

Hiran Pinel [1]

A transcriação na história oral, conceito introduzido pelo historiador brasileiro José Carlos Sebe Bom Meihy, que é fundador do Núcleo de Estudos em História Oral da USP, é o processo criativo de transformar a fala gravada de um entrevistado em um texto escrito, indo além da simples transcrição literal. A transcriação recebe uma crítica, pontuando a subjetividade do fenômeno, como se não houvesse interiorioridade no humano como ser-no-mundo, e que tal ato afastaria o texto da fala (ou escrita fluída emocional) original do documento histórico. Por outro lado, há uma defesa desse “ser-si-mesmo-interiorano” (vidas afetiva, cognitiva e comportamental) onde podemos comprovar de que a história oral trabalha com a memória, a atenção, a emoção, os gestos e o afeto que afeta, e que lidar com esses fenômenos exige do cientista um ato interpretativo e criativo para traduzir a experiência vivida, a humana, com dignidade e alcance estético.

A ideia de uma "transcriação empática" faz uma inventiva parceria entre a metodologia da História Oral (de Meihy) e o rigor da pesquisa fenomenológica que (pró)cura a “essência” (“essência existencializada”, efêmera, pois) da experiência vivida.

Na fenomenologia, o seu objetivo não é apenas relatar fatos, mas capturar o modo como a pessoa sentiu, percebeu e significou aquele momento experienciado.

A "transcriação empática" é o processo científico de traduzir a fala (ou escrita livre) do colaborador da pesquisa para o texto escrito (in)formal, priorizando a ressonância afetiva, os silêncios e a atmosfera emocional da experiência – o dito, o não-dito trazidos à lume. Não se trata de inventar algo, mas de usar a sensibilidade literária para que o leitor consiga sentir a experiência do outro.

Como definir a "transcriação empática"? A prática da pesquisa de Pinel (1999) age focando no "mundo da vida" (Lebenswelt) do ser humano. O texto transcriado não busca a precisão gramatical pura, mas a fidelidade ao impacto emocional que o fenômeno teve na vida do sujeito. Nesse sentido, a coautoria é hiper-sensível, cuidadosa e delicada, pois o pesquisador, em uma atitude de envolvimento existencial, “se abre” a um papel encarnado (logo, não é uma representação) de um "tradutor do âmago de outro”, do ato sentido dele-ser-si-mesmo como ser-no-mundo. O investigador fenomenológico recorre trazendo o relato de uma experiência de um outro alguém, geralmente da sua própria seara, e de conhecimento mais aproximado do pesquisador – assim o sujeito da pesquisa pode ser uma pessoa amiga, por exemplo. Esse momento implica em trazer mais (e mais) textos para os ruídos da fala, preservando (e acentuando) o tom, o ritmo e a carga dramática do dito e do desdito e o não dito. Finalmente, chega-se a uma “validação intersubjetiva” do relato de uma “experiência vivida”.  Aqui-agora, o entrevistado acaba se reconhecendo, não apenas nas palavras que disse, mas no sentimento (e ação comportamental) como ser-no-mundo. Um algo de si (na Outridade) que desejava expressar.

Como aplicar isso na prática da sua pesquisa? A validade científica se destaca quando o pesquisador (pró)cura estruturar o processo em quatro passos: 1. Escuta (empática) a fenomenológica (a coleta indissociada da produção dos dados); 2. A textualização afetiva (o ato artístico-científico de lapidar-desvelando) modos de ser-no-mundo); 3. A "transcrição empática" da fala oral e o oral-escrito do afeto que afeta (o poético aparece, afinal, somos poetas); 4. A validação, perguntamos ao final, à pessoa que colaborou com a pesquisa: "Ao ler este texto, você sente que ele expressa a verdade daquilo que você viveu?".

Há algum cuidado metodológico que você deve ter? Toda pesquisa fenomenológica exige a “epoché relativa” (ler Maurice Merleau-Ponty no livro “Fenomenologia da Percepção”; Yolanda Cintrão Forguieri em “Psicologia Fenomenológica” e em “Aconselhamento Terapêutico”, que colabora com o conceito de “envolvimento existencial”; Heidegger também transcende ao conceito husserliano de epoché).

Na "transcriação empática", o risco é a própria voz do cientista abafar a voz do entrevistado. Um limite é que a empatia significa conectar-se com o sentimento do outro, e não projetar os seus sentimentos no relato dele. O texto deve ser o espelho da experiência dele, refinado pela sua própria sensibilidade de cientista fenomenológico-existencial.

NOTA[1] A produção desse texto científico deu-se entre 1999-2000, quando eu era aluno doutorado em Psicologia pela Universidade de São Paulo. Encontrei esse texto hoje: Vitória, ES.: 29 de agosto de 2026.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Duelo de duas grandes atrizes, e estrelas...

Débora Duarte ganhou o Troféu Roquete Pinto por essa interpretação em Beto Rockfeller (1968/9). Bete Mendes era namoradinha do Brasil e enfrentava, paralelamente, problemas com o governo militar da época, que depois ela denunciou torturas físicas. Eu era fã (amava) o Luiz Gustavo, Plínio Marcos e o ator que fazia papel de Carlucho, o ator Rodrigo Santiago. A atriz que fazia Maitê era outra estrela, a atriz Maria Della Costa... Tantos atores bons... Quanta saudade, eu sempre digo que assisti a todos os episódios... Recordo que a lente (câmera) focava nos detalhes corporais de Beto e Vitório, insinuando algo de amizade com benefícios (risos)... Cenas, longas, onde o personagem passeava em alguma praça cheias de árvores e flores, sol e sombra - de São Paulo, o capítulo quase todo era assim, recordo desse estar de perdidão (e devotamento) a atriz Bete Mendes, uma burguesa de sobrenome, mas decadente economicamente. Recordo de Débora Duarte, numa cena de festa na sua mansão no Murumbi, imitando Wanderléa, quando ela cantou só o começo: "Pare, agora!". Nessa cena (que postei, retirada do You Tube) ela cita uma música, na época sucesso, de Roberto "é meu, é meu, é meu" , de 1968 para o álbum "O Inimitável". Obra de arte subversiva, um marco das telenovelas brasileira, um divisor de águas, pois antes as narrativas eram mais fantasiosas recorrendo a temas estrangeiros e melodramas, e depois o tom passou a ser coloquial, do ordinário do tempo-espaço, temas nacionais, com as ilusões e fantasias, mas sem recorrer a personagens de reis espanhóis e ingleses, ciganas perdidas e ladras, toureiros espanhóis, marquesas fechadas em seminários santos, máfia estadunidense, atores brancos pitando o rosto para representar um personagem negro etc. Exemplos, independentes de terem sidos (ou não) boas telenovelas: Sangue e Areia, Casaco de Vison, Direito de Nascer etc. Note bem, não falo de narrativas estrangeiras da grande literatura, mas do próprio folhetim, que é literatura, mas em uma outra dimensão. Falo da necessidade dos brasileiros em encontrar histórias do seu cotididiano, produzindo maior projeção e identificação, só isso.

 "PRIVAÇÃO EXISTENCIAL"

PERGUNTO: O "que é" e "como é" a "privação existencial" conceito proposto por Heidegger nos Seminários de Zolikon para substituir outros termos como patologia psicológica, psicopatologia e ou doença emocional sempre carregados de estigmas, preconceitos, estereótipos e discriminações?
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A privação existencial é o cerceamento da abertura do ser humano para o mundo, substituindo a ideia tradicional de "doença" por uma leitura filosófica e ontológica do sofrimento.
Nos Seminários de Zollikon, realizados com médicos e psiquiatras na Suíça, Martin Heidegger discutiu com Medard Boss uma nova forma de entender os problemas psíquicos e físicos.
Para ele, o sofrimento não deve ser visto como uma avaria mecânica ou um defeito puramente biológico do corpo.
O que é a Privação Existencial?
Uma restrição do modo de ser: O ser humano (Dasein, ou "ser-aí") existe estando lançado no mundo e aberto às suas relações. Quando ocorre o sofrimento, essa abertura se contrai.
A saúde como presença e a doença como falta: A saúde plena é a capacidade de o indivíduo se relacionar de forma fluida com a realidade. A chamada "doença" é, na verdade, a privação desse estado de liberdade e abertura.
Como ela é na prática?
Fechamento existencial: O indivíduo perde a flexibilidade para responder aos acontecimentos da vida. Ele passa a habitar o mundo de maneira rígida, defensiva ou empobrecida.
Distorção do tempo e do espaço: A pessoa com privação existencial vivencia o tempo e o espaço de forma travada. Um exemplo clássico é o trauma ou a depressão, onde o passado doloroso domina o presente e bloqueia as expectativas de futuro.
Perda do poder-ser: O ser humano deixa de experimentar suas verdadeiras potencialidades de escolha e se restringe a um modo de existência limitado.

 Eugene Gendlin

...propôs que a transformação psicológica e a compreensão filosófica nascem da sensação corporal sentida (felt sense), um conhecimento físico e implícito que temos das coisas antes mesmo de conseguir explicá-las com palavras.

Filósofo e psicólogo americano, parceiro de Carl Rogers, Gendlin criou o método chamado Focusing (Focagem) e desenvolveu uma profunda Filosofia do Implícito.
A Proposta Psicológica: O Focusing
Na psicologia, Gendlin percebeu que a terapia tradicional focava demais apenas no pensamento lógico e nas palavras. Ele notou que a cura real acontece quando a pessoa presta atenção ao que o corpo sente sobre um problema.
O Felt Sense (Sensação Sentida): É aquela sensação física vaga que você tem no peito ou no estômago quando pensa em um problema complexo. Não é uma emoção básica como raiva ou alegria; é um "saber" confuso e profundo que ainda não virou palavra.
O Processo: O Focusing ensina a parar, aquietar a mente racional e fazer uma "escuta interna" dessa sensação corporal com curiosidade e gentileza.
O Felt Shift (Mudança Sentida): Quando você consegue dar espaço para essa sensação e encontrar a palavra ou imagem exata que ela pedia, o corpo fisicamente "alivia" ou muda. Esse é o momento em que o problema se abre e a cura psicológica acontece.
A Proposta Filosófica: A Filosofia do Implícito
Na filosofia, Gendlin quis responder a uma pergunta: como o significado surge no corpo e no universo?
O corpo não é uma máquina: Para ele, o corpo humano não é apenas um objeto biológico. O corpo já está ativamente conectado ao mundo e sabe o que fazer antes de pensarmos logicamente.
O Implícito vem antes do Explícito: Tudo o que dizemos, criamos ou pensamos (explícito) brota de um oceano de experiências não ditas (implícito).
O Carrying Forward (Carregar Adiante): A vida e o pensamento estão sempre em movimento. O papel da experiência é sempre "levar adiante" a situação, criando mais vida, mais sentido e mais soluções criativas.
Conceitos-Chave Resumidos
Sensação Sentida (Felt Sense): O sinal físico e intuitivo que o corpo dá sobre a sua realidade atual.
Focagem (Focusing): A técnica de pausar e dialogar com essa sensação corporal.
Mudança Sentida (Felt Shift): O alívio físico e mental que prova que você compreendeu o núcleo do seu problema.
More than is said (Mais do que o dito): A ideia de que a nossa experiência é sempre infinitamente mais rica do que qualquer definição que damos a ela.
Por que isso é importante?
A grande sacada de Gendlin é devolver o protagonismo ao corpo. Ele nos ensina que a nossa bússola interior não está apenas na mente que analisa, mas na sabedoria física que sente a vida acontecer a cada segundo.
***
Eugene Gendlin foi profundamente marcado por uma interseção única entre a psicologia humanista-experiencial e a filosofia continental e pragmática.
Principais Influências Psicológicas
Carl Rogers: Foi seu principal mentor e colega na Universidade de Chicago. Gendlin integrou a Terapia Centrada no Cliente e transformou a compreensão rogeriana sobre a mudança terapêutica ao introduzir a mensuração da experienciação (experiencing) e o conceito de felt sense (senso corporal).
Wilhelm Dilthey: A psicologia compreensiva e as formulações de Dilthey sobre a experiência (Erlebnis) foram o tema do mestrado de Gendlin, ajudando-o a afastar-se das limitações de conceitos puramente cartesianos ou kantianos.
Principais Influências Filosóficas
Fenomenologia (Edmund Husserl e Maurice Merleau-Ponty): Forneceram a base para estudar a experiência vivida a partir de dentro, valorizando a percepção corporal e o modo como o significado emerge antes de ser totalmente conceituado.
Existencialismo (Martin Heidegger e Jean-Paul Sartre): Marcaram a visão de Gendlin sobre o ser humano como um processo vivo e atuante no mundo, avesso a categorizações rígidas e abstratas.
Pragmatismo Americano (John Dewey e William James): Influenciaram sua busca por uma continuidade direta entre o corpo, a ação, a criação de significados e a utilidade prática do pensamento.
Alfred North Whitehead: A metafísica de processo de Whitehead foi essencial para Gendlin estruturar sua obra máxima em termos conceituais, A Process Model, que descreve o fluxo orgânico da vida e da natureza.
***
Para Eugene Gendlin, o ser humano é um organismo senciente e interativo cujo corpo guarda um saber implícito, o mundo é o campo dessa interação contínua, os problemas nascem do bloqueio desse fluxo de vida, e a solução é a Focalização (Focusing) para escutar o corpo e permitir que ele volte a avançar.
O Ser Humano
Organismo interativo: O ser humano não é uma mente separada do corpo. Somos organismos vivos que sentem e interagem o tempo todo.
Sabedoria corporal: O corpo possui um conhecimento próprio que vai muito além da lógica racional ou dos conceitos superficiais.
Sensação sentida (Felt Sense): É a percepção física sutil e interna de uma situação ou emoção antes de termos palavras para ela.
O Mundo
Interação em primeiro lugar: O mundo e o ser humano formam uma unidade viva. Nós não estamos isolados dentro de nós mesmos; o ambiente nos constitui.
Continuidade orgânica: O mundo responde ao nosso corpo, e nós respondemos ao mundo em uma troca constante que valida a nossa existência a cada segundo.
Os Problemas Humanos
Paralisia do fluxo vital: O sofrimento surge quando a vida fica "presa" e o processo natural de avanço (carrying forward) é bloqueado.
Desconexão com o corpo: Os problemas se agravam quando a cultura e a mente racional tentam controlar tudo, cortando o contato com a experiência sentida no corpo.
Ataques internos: Julgamentos rígidos e autocríticos impedem que a pessoa flua e encontre novos caminhos para suas dores.
As Soluções
Focalização (Focusing): É a prática de direcionar a atenção para o espaço interno do corpo, escutando a sensação sentida com gentileza e paciência.
Dar o próximo passo (Carrying Forward): Quando escutamos o corpo sem pressa, surgem novas palavras ou imagens que dissolvem o bloqueio e trazem alívio físico e mental.
Pensar no Limite (Thinking at the Edge - TAE): Um método para transformar aquilo que o corpo já sabe de forma vaga em novos conceitos e ideias c

 Um fã sasaeng 

...é uma pessoa excessivamente obcecada por uma celebridade, especialmente ídolos do K-pop e atores coreanos, que invade a privacidade do artista de forma invasiva ou criminosa. 

A palavra vem do coreano sa (que significa "privado") e saeng (que significa "vida"). 
Comportamentos Comuns
  • Perseguição física: Seguir os artistas em aeroportos, hotéis, carros (sasaeng taxis) ou até em suas residências.
  • Violação de dados: Conseguir números de telefone, horários de voos particulares ou invadir quartos de hotel.
  • Atos ilegais: Instalar câmeras escondidas ou tentar contato físico sem autorização, colocando em risco a segurança da celebridad

A relação de ajuda de Feldman, Miranda, Robert R. Carkhuff e Carl Ranson Rogers

... conforme apresentada por Clara Feldman e Márcio Lúcio de Miranda no livro Construindo a Relação de Ajuda, é um processo interpessoal estruturado para promover o crescimento mútuo, a compreensão e a mudança pessoal, seja no cotidiano ou em contextos profissionais (como saúde, educação e psicologia).

Abaixo estão detalhados o "que é" e o "como é" essa abordagem com base na psicologia humanista e no modelo de Robert Carkhuff e Carl Rogers.
O que é a Relação de Ajuda?
Um encontro verdadeiro: É uma troca construtiva e afetiva onde duas pessoas se conectam de forma genuína, abandonando julgamentos.
Uma habilidade aprendida: Os autores defendem que saber conviver, escutar e apoiar o outro não é algo puramente inato, mas uma arte do diálogo e um conjunto de competências técnicas que podem ser ensinadas e aprimoradas.
Um processo dinâmico: O ajudador não apenas conduz o outro, mas também se transforma e aprende na relação, que visa levar o ajudado à autonomia e à auto-ajuda.
Como é a Relação de Ajuda?
(O Modelo e as Dimensões)
O método baseia-se em dimensões terapêuticas fundamentais e em etapas práticas de atuação:
As 6 Dimensões Terapêuticas
Empatia: Capacidade de se colocar no lugar do outro e enxergar o mundo sob a perspectiva dele, compreendendo seus sentimentos profundos.
Aceitação incondicional (Respeito): Acolher a pessoa tal como ela é, sem impor condições, julgamentos morais ou expectativas rígidas.
Coerência (Congruência): Ser autêntico e transparente na comunicação, garantindo que o que se sente, se pensa e se expressa estejam alinhados.
Confrontação: Ajudar o outro a perceber contradições em seus próprios comportamentos ou discursos de maneira respeitosa e construtiva.
Imediaticidade: Focar no que está acontecendo no "aqui e agora" da relação entre quem ajuda e quem é ajudado.
Concreticidade: Abordar os problemas de forma clara, específica e realista, evitando generalizações vagas.
As Fases do Processo
(Habilidades do Ajudador)
Sintonizar e Responder (Acolhimento): O ajudador prepara o ambiente, presta atenção plena, observa e responde de maneira reflexiva, permitindo que a pessoa se sinta segura para se envolver e explorar suas próprias vivências.
Personalizar e Orientar (Ação): Em seguida, o ajudador ajuda o outro a personalizar o problema (entender sua responsabilidade nele) e a encontrar caminhos orientados para a ação e a mudança de rumo

terça-feira, 25 de agosto de 2026

 Das 2 mil melhores universidades do mundo, 59 são brasileiras. Veja onde fica a nossa UFES

17 de maio de 2023 - Por Vitor Guerra
A UFES em trigésimo lugar dentro dessas 2 mil melhores universidades do mundo, e quando se foca só nas brasileiras da lista. Essas listas obedecem a alguns parâmetros, como por ex., a universidade ter prêmio Nobel, ou outro de consideração alta pela academia e o mundo todo.

O Brasil, por exemplo, está fora desse quesito.

1. USP (posição geral:109) fiz doutorado aí

2. Unicamp (344)
3. UFRJ (376)
4. Unesp (424)
5. UFRGS (467)

6. UFMG (503) fiz pós-doutorado aí

7. Unifesp (582)
8. UERJ (696)
9. Fiocruz (698)
10.UFSC (718)
11.UFPR (766)
12.UnB (857)
13.FGV (873)
14.UFPE (878)
15.CBPF (922)
16.UFV (936)
17.UFC (948)
18.UFSCar (949)
19.UFPel (961)
20.UFF (967)
21.UFRN (980)
22.UFABC (986)
23.UFJF (1012)
24.UFBA (1013)
25.UFSM (1043)
26.UFG (1059)
27.UFMS (1135)
28.UFPB (1199)
29.UFPA (1206)

❤ 30 (trigésimo lugar). ❤ UFES (1210) ❤
fiz mestrado nela, pós-doutorado, fui professor até o título máximo (titular) e sou pesquisador (e sou professor permanente) do mestrado e doutorado em Educação, na esfera da Educação Especial, Processos Inclusivos e Saúde, do PPGE/Ufes.

31.UFSJ (1216) - fiz meu bacharel em formação de psicólogos ai

32.UFU (1242)
33.UFLA (1258)
34.INPE (1262)
35.UEM (1308)
36.UEL (1473)
37.UFTPR (1478)
38.INPA (1490)
39.PUC-RS (1494)
40.UFS (1512)
41.PUC-RJ (1652)
42.IMPA (1662)
43.UFRPE (1645)
44.PUC-PR (1701)
45.FURG (1705)
46.UFMT (1748)
47.UFTM (1774)
48.ITA (1842)
49.UFOP (1835)
50.UFAL (1838)
51.UFPI (1891)
52.UFCG (1902)
53.UFRRJ (1914)
54.UFAM (1939)