quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Sobre tecnologias no ensino, informática/ computador/ internet/ facebook/ blog's e outros instrumentos e educação, técnicas/ tecnologias/ ferramentas/ procedimentos/ recursos materiais e humanização/desumanização - posicionamento crítico, destacando aspectos negativos e positivos:


[1]
ARAUJO, José Carlos S. Para uma análise das representações sobre as técnicas de ensino. In: VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (Org.). Técnicas de Ensino: por que não?. 21a ed. Campinas, SP: Editora Papirus, 2013, v. 1, p. 11-34.





[2]
Outro livro que recomendo, e com a mesma temática:


VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Novas tramas para as técnicas de ensino e estudo. Campinas, SP: Papirus, 2013. Capítulos: 1 & 6.


Capítulo 1: O QUE SIGNIFICA REVISITAR TÉCNICAS DE ENSINO À LUZ DA PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA? ............... de: José Carlos Souza Araujo

Capítulo 6: TÉCNICAS DE ESTUDO PARA ALÉM DA DIMENSÃO DO FAZER....... de: Joana Paulin Romanowski e Pura Lúcia Oliver Martins.

* * * 

MAIS UNITERMOS: Testes educacionais, Testes Psicológicos, Instrução Programada, Máquinas de Ensinar, Recursos de Ensino, Procedimentos de Ensino, Flanelógrafo, Retroprojetor, Data Show, Ferramentas em sala de aula e ética, Filosofia dos maquinários e recursos usados em sala de aula e em educação não escolar.
PEDAGOGIA SOCIAL [NO FACEBOOK] CONTRA OS PRECONCEITOS AOS GAYS...

Hiran PINEL

O discurso heterofóbico pode contaminar os heterossexuais mais alienados, mas também aos homossexuais (idem: alienados), criando subespecificidades humanas, dos melhores aos piores dos gays, subgrupos marginalizados dentro do grupo marginalizado gay. Por isso também, mas não só, encontramos gays com preconceitos contra gays. Essa é uma das possíveis etiologias desse tipo de preconceito - apenas uma.

Os termos gays, bichas, bichona, monas, traveco, bichinha quá-quá, a fina, a pão com ovo, a intelectual, a idosa etc., podem, algumas vezes, ter essas características negativas, dependendo de quem diz, como diz, em que situação - no tempo e no espaço, tipo de relação interpessoal e social estabelecida.

Os gays podem transformar esse discurso preconceituoso advindo da maioria hetero, em verdade absoluta e sólida, mesmo contra si mesmos, inventando para si uma espécie de autoflagelo, que de alguma forma produz prazer masoquista advindo do sadismo. Aqui inclusive, eu reporto à noção de que os gays preconceituosos contra os gays, quando, por algum momento, refletem acerca disso, eles acabam por ter algum sofrimento, pois ficam preocupados cotidianamente contra o outro, que é parte da sua imagem quando se olha, metaforicamente, no espelho. Essa preocupação fixada na mente, desgasta emocionalmente o sujeito, e que para não se entristecer, repete sempre o preconceito, aliviando-se daquilo que pouco reflete.

Como minimizar isso, no “facebook”? Como criar Pedagogia Social no facebook?

Tem algumas possibilidades.

[1] Postando posts bacanas, que ao serem vistos podem sensibilizar, pelo menos alguns, pois nunca tingimos a todos e a todas; [2] Pode-se colocar frases curtas que destacam a humanidade dos sujeitos, que são objeto do preconceito; [3] Mostrar ações bacanas de gays renomados (ou não), colocando-os em cenas que envolvam a maioria do povo, inserindo-os no mundo comum – “gente como agente”; [4] Colocar imagens e textos belicosos - resistentes -, de gays na luta, no enfrentamento, isolados, ou em grupos, ou em movimentos sociais; [5] Cenas de gays sendo humilhados (injustiça), algumas vezes podem gerar também comoção e sensibilização, e com isso alguma adesão aos discursos favoráveis aos gays ou aos defendidos pelos movimentos sociais homossexuais; [6] Outra possibilidade: desvelar heteros comuns (ou famosos), favoráveis aos aos gays; [7] Indicar sítios de artigos populares (ou científicos) favoráveis aos gays; [8] sugerir vídeos, filmes, séries etc., que abordam positivamente aos gays; [9] recomendar livros, inclusive os e-books; [10] colocar músicas que tragam a boa estima do grupo gay – com ou sem humor; [11] fazer poesias e textos poéticos nessa esfera ou mesmo publicar os já conhecidos; [12] O bom humor sem preconceito pode ajudar, mas essa seara, no sentido educacional, é delicada demais... [13] publicar pequenas psicobiografias; [14] dialogar nos comentários do facebook, recorrendo a racionalidade encarnada, algo parecido com o uso da cognição indissociada ao afeto; [15] destacar a presença dos gays nos mais diversos ofícios, pedreiro, costureiro, engenheiro, maquiador, advogado, professor, médico, lixeiro... em fim, ensinar que não existe "profissão de gay", [16] desvelar “coisas” aparentemente heterossexuais, mas que tem muito do gay, isso pode existir nas artes e nas literaturas - o hibridismo de ser-sendo junto ao outro no mundo; [17] e tantas outras possibilidades ou (im)possibilidades que podem ser produzidas por educadores sociais profissionais (que atuam com intencionalidade) ou acabamos por "educar", mesmo não tendo intenção...


[Hiran Pinel; trecho de texto já publicado em livro; referendando, cite-o colocando autor, e blog].

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Apreciação crítica de um filme...
"500 Dias Com Ela"
QUANDO APENAS EU AMO O OUTRO, E ELE NÃO...
Assisti, finalmente, a um filme popular e até batido: "500 Dias Com Ela" (2009, direção de Marc Webb), com a estrela maior desse mundo (kkk) Joseph Gordon-Levitt e a atriz Zooey Deschanel, tão linda, que chega a me tripartir kkk.
Como fiquei marcado por essa obra de arte, que achava que era idiotice!!! O tema amor unilateral é para mim como um bisturi afiadíssimo, que quando mais me corta (por um médico refinado), mais me mata, me dilacera - já que devia me salvar, cuidar de mim... kkk
Repetindo, o filme, na minha opinião, aborda os sofrimentos advindos do amor unilateral, o amor que tem uma pessoa por outra que não a ama, mas gosta dele, fica perto, passeia, sai, vão ao restaurante, ele compra coisas para ela (ela pede, deseja objetos, vestidos, sapatos etc. kkk), cantam juntos em algum karaokê, gostam dos mesmos artistas e pelos mesmos times de futebol.
No filme, uma moça honesta, que deixa claro que não acredita no amor e não quer o rapaz. Cruel assim. Mas ele é a vítima (e linda vitima kkk), sonha com a bela, momentos em que ele dança como nos filmes dançados de Bollywood. Dança, mas o amor no concreto não existe. Quando ela fala uma palavrinha de amor, isso é motivo dele existir, dele ser no mundo dos amados...
O personagem (Tom) é um cara que não tem amor, que não conhece o amor. Tom conhece coisas, teorias, livros, arquiteturas, internet - mas não se conhece no sentido de que ele não se sente. Trata-se de uma pele que não sentiu o toque do amor advindo do outro - um tocar sincero, sensual, ingênuo, orgástico. Já ela, Summer (que em inglês significa Verão), por sua vez, é cáustica, mas não é uma vilã - foi educada acreditando que não há amor, e por isso não se entrega ao amor, ao love.
"Amor unilateral me toca muito, pois eu vivo esse tipo de amor" - um dia me disse um amigo graduado e mestre em filosofia e estudante de música numa federal mineira, quando comentei o filmei a ele. Olhei para ele, abaixei os olhos, e vi os olhos de gato dele procurando alguém idealizado, afastado - mas que não era eu, não era eu kkk Fiquei quietinho, eu posso ser a próxima vítima kkk - e não me entreguei ao vivido.
Ao final do filme "500 dias...", Tom recebe uma moça que irá trabalhar com ele, já que Summer foi embora, tendo finalmente encontrado o amor. Ele convida a a garota para um café, e pergunta-lhe o nome, e ela diz: Autumn (Outono, em inglês). O final pode ter vários sentidos, e aqui destaco dois: [1] O amor unilateral irá se repetir, como se todas as fases do ano fossem unilaterais; [2] finalmente encontrará um amor tranquilo, longe das obsessões.

Após o verão aparece o outono, donde as folhas das árvores ficam amarelas, caem e nos diz: "estamos dispostas a entregar o nosso amor ao seu amor, colha-nos".

[Hiran PInel]

*     *    *

Enfim, um rosto atormentado pelo amor unilateral in 500 Dias Com Ela - Obra de arte.



sábado, 30 de janeiro de 2016

UFSJ, MG.; ex-Faculdade Dom Bosco, FDB.

Prédio onde cursei Psicologia (Formação de Psicólogos) antigamente chamada Faculdade Dom Bosco de São João Del Rey, MG., hoje Universidade Federal de lá, UFSJ. Na época era um Seminário de Teologia e formação de padres, com 4 cursos superiores (acho): Psicologia, Letras, Pedagogia, Filosofia. No mais era o curso de Teologia e Formação de Padres (ou formação eclesial), e era dormitório deles. Por isso bastante grande. A imagem é de hoje, e está igual no passado - me confirmaram isso, e eu vejo isso. 

Unidade Monte Calvário, do Centro Universitário Newton Paiva, ex-Instituto Cultural Newton Paiva.

Já os cursos de Psicologia - licenciatura plena e bacharelado - eu fiz em Belo Horizonte, MG., no Instituto Cultural, hoje Centro Universitário Newton Paiva, na antiga e ex-Unidade Monte Calvário, na Avenida do Contorno 9384 - Barro Preto. 
Próximo vício kkk: "U Prince The Series" (ซีรี่ส์ U-Prince) com March Chutavuth (de Hormones) - star, além de Captain e WhiteWo (de Love Sick) e outros, todos da Tailândia, Ásia. A série é baseada no mangá "U Prince"...
Poste de U-Prince. Chutavuth é o primeiro... Pra que informar, todo o mundo sabe disso... kkk O 8o é o grande ator Captain de Love Sick The Series...

idílio: Chutavuth

No you tube já tem trechos da série... chamadas...
Veja (e sinta) como eu fico, quando recordo das facilidades que muita gente me deu pra eu me aproximar intimamente delas, coisa e tal kkk -, mas eu me neguei a esse vivido, não o experienciei.

 [Hiran Pinel]







quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

March Chutavuth Pattarakampol,

1 metro e 76 centímetros de estrela

Luz do sol que reluz - dia e noite - sem parar.

*



Autor: Hiran Pinel, fugindo da realidade, para suportá-la kkk