quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Minha família fala quatro idiomas:
 

1. ESBRAVEJÂNICO
 

2. FOFOCÂNICO
 

3. GRITÂNICO
 

4. BERRÂNICO

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018




HOJE EU ACORDEI MEIO "ARTE-YAOÍ"


1) sendo estudante por profissão - e se puder usar o uniforme como fetiche; 

2) um rapaz oriental e imberbe - talvez tailandês, japonês, sul-coreano, filipino, vietnamita, chinês etc.; 

3) com uma namoradinha lindinha e que acaba virando vilã, pois passa a fazer exigências pra que o namorado fique com ela, e não com o "amigo" dele; 

4) "conhecendo" um "amigo", preferindo estar sempre com ele, afastando-me da namorada - o que a deixará com magoada ou com raiva, mas nada será centrado nela, mas em mim e no meu "amigo"; 

5) dividido entre ser Uke (a mulher que o homem porta em si; espécie de "esposa") e Seme (o homem potente de todo homem porta em si; espécie de "marido"), de acordo com a representação social de dada cultura e sociedade sobre marido e esposa;

6) muito ingênuo, um santinho; 

7) amando, mas sem praticar sexo, pelo menos de modo explícito... ; 

 8) sem dar beijo profundo no meu amigo, só no selinho, quando existe beijo, o mesmo acontece com a namoradinha; 

9) com cabelos grandes, lisos e com franja - bem penteadinhos; 

10) sem perceber que a subjetividade ou o seu "eu" (Ego, Self) também é produzida na sociedade e cultura; 

11) alienado e sonso; 

12) com as mulheres, loucas e febris, gritando por mim, mas eu pensando só no meu "amigo"; 

13) cheio de clichês como, por exemplo: falando frases feitas, frases prontas, gestos repetidos e que se espera de mim como dar comida na boca do meu "amigo", numa brincadeira um cair em cima do outro, seu ser mais masculino ou feminino e ele não ou sim (de acordo com a cultura e sociedade) etc...

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Hiran Pinel, autor. Parte superior do formulário

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Hoje eu acordei meio [1]...

"YAOÍ"
 
sendo estudante por profissão; rapaz oriental e imberbe, com uma namoradinha, e que em breve irá "conhecer" um amigo, preferindo esse último; dividido entre Uke e Seme; muito ingênuo; amando, mas sem praticar sexo explícito; sem beijo profundo, só no selinho, quando há; cabelos grandes com franja; sem perceber que a subjetividade acontece na sociedade e cultura; as mulheres, loucas e febris, gritando por mim - e eu cheio de clichês...

* * * 
NOTA 1: meio = ao estilo, no clima psicossocial...

NOTA 2:  yaoí tem muitos sentidos; eu gosto: é uma novel (novela) que pode gerar um roteiro para produção de série, anime, mesmo fotografia, desenho, pintura, música, dança etc., mas por si só é literatura, poesia e arte ao estilo. O texto yaoí aparece narrando a amizade (que depois pode se transformar em amor ingênuo) entre dois caras, com idade situada entre a juventude e a adultice, sem sexo, sem pornografia... é uma narrativa da "primeira vez", do "primeiro amor.".. Pra mim é isso, e o que for além disso pra yaoí eu posso dar um outro nome... tentando dar significado a um tipo de arte na novel (literatura) que é o chamado movimento yaoí que é bem complexo, a própria nomeação não é popular onde foi criada e vista com certo desdém, Japão etc.. Tem toda uma híbrida história o movimento literário e artístico (novel que pode gerar roteiros de cinema e série, fotografias, desenhos etc).

AUTOR: Hiran Pinel 
O "FAN-SERVICE"...
"Fanservice" ou "fan servive" ou "fan-service" ou "serviço para as fãs".

Trata-se de uma espécie de continuação da série só que "fora da tela", em outro "palco", palco esse que pode ser qualquer espaço, como em uma loja do shopping, em um saguão do aeroporto etc. 

É o "fanservice" um tipo de prática de teatro, cujo roteiro vem da série (que tem um autor), em os protagonistas, estando diante das fãs, acabam por se recriar o texto original, com mais autores, autores que ali são os atores propriamente ditos e as fãs. As fãs  pedem pros ídolos/ atores fazerem poses diferentes das séries (ou poses que complementam a série, que vão além), pedem para dizer coisas que completam a série etc. Emerge um segundo roteiro.

Por exemplo, elas querem saber se os dois protagonistas são casal na vida real; se eles se amam apaixonadamente; se já transaram sexualmente etc. Elas não gostam de saber que eles são héteros (mesmo isso sendo bem evidente), e nem que têm namoradas. No "fanservice" amplia-se a fantasia das fãs, a sua alienação, o seu afastamento do real. 

O "fanservice" interessa à TV, pois amplia a popularidade do programa, pois as fãs filmam e postam no You Tube, em blogs pessoais etc. 

A rede de fã clube é poderosa, havendo uma profissionalização daquelas que são líderes, podendo mesmo serem contratadas pelas TV ou pelos ídolos - sendo assim uma peça fundamental da engrenagem da indústria do entretenimento.

Os ídolos fazem uma série que está sendo famosa. Eles já são  funcionários da TV, são pagos para  fazer isso (a série). 

O fanservice é um outro trabalho do ator. Estando ele fora da TV, ele representa ou super-representa o personagem misturado com ele mesmo (a sua pessoa) e passa a agradar as fãs. 

As fãs dão presente e mimos para os ídolos, inclusive dinheiro, joias de ouro, roupas de marcas etc. 

Os presentes que dão pode ser considerado como uma espécie de "pagar ingresso de teatro", um estranho teatro ou um teatro do povo. As fãs produzem um roteiro, fazem entrevistas "obrigando" aos atores dar respostas desejáveis a elas. 

Há notícia de fanservice em que o ator recebeu muitos presentes caros, como ouro, carro e até apartamento... 


NOTA: Hiran Pinel, autor.
O AMOR MORRE, SABIA?

Revendo "Our Skyy - The Series", Episodio 4, dedicado ao "couple" Pete & Kao. 

A cena onde os dois experienciam a morte é a mais inusitada e profunda dessas séries de amor ingênuo, amor da primeira vez - isso eu tenho definido como uma das características de série yaoí thai.

Os dois se fingem de defuntos, e a mulher, uma profissional da morte, prepara os corpos dos dois amantes para serem cremados.
Eles deitam em um lençol branco já usado por um morto verdadeiro - dá pra sentir o cheiro denunciado por Pete, tão boas as interpretações do jovens atores.

Mesmo com ritmo ligeiro de comédia, dá pra perceber, na cena, que o amor é finito, efêmero, escapule pelas nossas mãos.

Eu percebi algo maior: há algumas pessoas que NUNCA puderam amar um outro de verdade, amar com beijos e abraços, com mãos dadas, dando comida na boca da outra, fazendo sexo amoroso gratuito. Isso é simbólica morte, pelo menos na nossa sociedade que legisla sobre a vida privada, e com isso, o amor.

Mas há os sortudos, selecionados e escolhidos pelo amor. A morte está sempre ali a esperar os amantes que estão vivos pelo amor, esse mesmo amor que um dia lhes faltará, assim como um dia nos faltará o oxigênio e morreremos concretamente.

Essas séries não são idiotas, ela vão fundo, tudo depende do espectador se envolver ou não com os detalhes de uma obra de arte.

Nunca tome uma série yaoí como algo ralo, pueril e juvenil - no seu pior sentido. Nunca, pois são justamente os personagens ingênuos (na tela e na vida real) que desvelam a mais profunda dor, histeria, euforia, tristezas, prazeres, vidas cheias de denúncias do maléfico e anunciamentos daquilo que é belo e bom - e bem.

No ingênuo as pernas ainda tremem frente ao inusitado amor. Já maduros já nós esquecemos disso, fomos idiotizados...

Um dia Pete e Kao ficará como nós, adultos e com isso, muito rígidos, moralistas e insensíveis. Imagino eles já bem adultos e talvez idosos, duros como pedras, mas se o escutarmos ainda poderemos sentir que encontram forças para se queixarem e ainda dirão que sonham como eles o foram ou nem de tanto tempo, nem sabe se o foram mesmo... kkk

NOTA: Hiran Pinel, autor.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

MELHOR PRESENTE DO DIA DE NATAL FOI TER ASSISTIDO (COM LEGENDAS FEITAS PELAS FÃS BRASILEIRAS) DO 5o EPISÓDIO DE "SOTUS" EM "OUR SKYY - THE SERIES"... AGRADEÇO AOS "CÉUS DAS OBRAS DE ARTES FUNDAMENTAIS" (KKK).... 48 MINUTOS DE REFINAMENTO ARTÍSTICO: DELICADEZA E CUIDADO.

FELIZ NATAL, AOS ATORES TAILANDESES SINGTO PRACHAYA & KRIST PERAWAT... 

HIRAN PINEL - "FÃNZÃO".
MEU NATAL PREFERIDO...
 
Hiran PINEL

Melhor Natal seria impossível, esse está sendo demais, maravilhoso... Como poucos... Na minha solitude, eu durmo embalado por uma obra de arte de exatos 48 minutos: "Sotus" em "Our Skyy", Quinto Episódio. 

Agradeço aos fãs brasileiros que legendaram, bom Natal pra vocês. Feliz Natal, ó Tailândia, que é uma nação majoritariamente budista, tem poucos islamitas e outros, inclusive bastante cristãos... Tempos e espaços de religiões - ódios, vinganças, bombas, sexo, punições, pecados, culpas, brigas por discursos inventados, amores (im)possíveis, policiamento dos corpos do outro e os assassinatos... kkk 

Desejo um Natal mavioso aos meus ídolos, Krist e Singto, a direção desse episódio e toda a equipe... Benzodeus (kkk)... Nossa Senhora d'Aparecida - a santinha do Brasil (kkk)... 

Agradeço à minha solitude, justo a que eu reinvento a cada dia, e o prazer que aumenta... É uma satisfação total, da minha "carne toda", viver um Natal assim. Amém (kkk).

A minha vida continua uma merda, mas essa série deu um impulso ilusório, incrementou meu imaginário, o de que, um dia, quem sabe, posso melhorá-la positivamente, retirando-a da sarjeta, lugar de onde ela se encontra estirada, com um tiro no peito. Talvez eu produza isso no leito de morte (kkk) - Quem sabe onde irá meu pensamento? Quisera saber aqui-agora...

NOTA: Biografia ficcional (kkk); em 25/12/2018; as 01:36 da madrugada...