terça-feira, 24 de agosto de 2010

Documentário: "Uma Noite em 67"; de Renato Terra e Ricardo Calil.

Hiran Pinel - autor
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Às 23:10 do dia 24/08/2010 eu terminei por assistir um documentário. Ele virará um clássico (anotem, pois - rsrsrsrs). Foi no Cine Jardins (no bairro Jardim da Penha - Vitória - ES). Trata-se da película "Uma Noite em 67", direção dos cineastas Renato Terra e Ricardo Calil. O evento que fui assistir foi patrocinado pelo REC - Rumo Estação Cinema que é um outro evento associado às Faculdades FAESA (ES). Ao final do filme inventou-se um espaço-tempo de diálogo, mas nada ocorreu devido ao horário já tarde; fiquei frustrado... Entretanto o presidente do REC, professor doutor Rodrigo Rossoni, convidou-me para bebericar [no Dom Camaleoni]. Fomos. Na mesa estavam lindas meninas que trabalham no REC e duas delas suas fundadoras. E quem mais? Simplesmente o diretor desse documentário Renato Terra! Renato é um jovem graduado em publicidade e jornalismo pela PUC. Talentoso e com uma humildade não-submissa associado a uma potente generosidade, possibilitou-nos, com sua competência e paixão, dialogar muito sobre o filme. De fato quando viemos [com o Renato e Rodrigo - e eu] do Cine Jardins dentro do carro já comecei a dialogar. Bem... Antes do documentário ele tinha produzido uma monografia (TCC) sobre festivais - tema que sempre o interessou. Partiu 'prá' luta para tornar-se cineasta. Fez um documentário em parceria com a Rede Record (dona das imagens e sons daquele III Festival da Música Popular Brasileira de 1967).
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De que trata o filme?
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No documentário são revezadas imagens daquela época e imagens atuais. As imagens antigas (daquela época) são razoavelmente bem conhecidas - a TV Record passava de vezes em quando. Desse III Festival as imagens pouco conhecidas são as reportagens dos bastidores. São entrevistas com os famosos artistas [ou candidatos à fama] e outros menos cotados. Essas entrevistas foram realizadas por dois engraçados apresentadores, me lembro agora apenas do nome de uma que é Cidinha Campos - sempre informal e parecendo amiga dos artistas; ser "amiga" é visível pela intimidade que ela inventa ali; a cena em que ela pede ao Roberto Carlos (Rei da Jovem Guarda naquela época) para contar uma piada sem graça é supimpa [sobre a músca Ponteio e o violão quebrado de Sérgio Ricardo]... Nas imagens atuais vemos "stars" como Chico B, Caetano V, Gil G, Edu L, Sérgio R e pasmém, o Rei Roberto C.
O Rei está visivelmente maquiado (todos estão, mas ele é visível - um charme) e conservadissímo fisicamente; alegre, parece o único que se comportou como uma estrela - star que é... Mas Chico, Caetano e Gil o fizeram com charme isso de aparecer (e maquiar), e por isso mantiveram o estrelato - stars que são... Estamos em meio a estrelas que ainda vivem sob os holofotes - eles produzem coisas que até hoje nos tocam; são profundos. Eles são pessoas comuns, mas nos dão uma fantasia e ilusão de eternidade. Bem... Tem a cena cult do Sérgio Ricardo quebrando o violão numa confusa (devido as vaias) "Beto Bom de Bola" - que cena! O Rei (RC) diz que se soubesse que tinham "fãs-contra-ele" (melhor dizer: "contra-fãs") e contra a canção que cantava, no refereido evento, ele levaria gente para apoiá-lo (e olhe que dêsde aquele tempo o Rei é o mais popular de "todos-ali"; o Caetano diz isso - ele gosta de RC e a Jovem Guarda - leia: "Verdade Tropical" de C Veloso; a Cidinha diz que ele é o artista que vendeu mais discos do Festival - um LP era lançado no mercado e todos o compravam - por causa do Rei, provavelmente). Sabe o que eu senti da imagem atual do Roberto e de suas falas? O Rei desvela medo dos "contra-fãs" e ao fazê-lo (brincando), de certo modo, sua fragilidade "aparece-com-sentido" e então podemos começar a compreendê-lo, suas alegrias e tristezas... Um charme a presença dele (do Rei); lindo (eu de fato acho ele lindo - meu eu ideal) e muito comunicativo... Ele cantando "Maria Carnaval e Cinzas" (do Luiz Carlos Paraná) é tudo de bom e do bem - é sem dúvida o Rei, pois canta afinado mesmo; é literalmente "o" cantor daquele Festival terceiro. Ele fazendo charme para as fãs com a boca e o rosto de menino com cabelo penteadinho... Hummmmmm.... Já a fala final [da película] o Gil é profunda ... É uma fala cheia de sentidos e sem dúvida um final que provoca a gente - ele está visivelmente emocionado; ele diz que houve um tempo em que foi dividido (passado), hoje não (está casado com família); conheceu a vida e morte (simbólica, mas pode ser que esteja se referindo a decadência física em que todos estamos ou poderemos um dia estar; tem a coisa do câncer dele que produz muita reflexão existencial no nosso existir). Uma fala escolhida ao fim com muita sensibilidade advinda talvez da escuta dos diretores. Chico e Caetano, com seus discursos, acaba por nos posicionar acerca da emoção (emoção deles), que nos evoca não ficarmos piegas (nós os cine-espectadores). Por quê? Quem tem minha idade e assistiu ao festival. Eu assisti por outras vias, pela "Revista Intervalo" da Editora Abril que comprava toda semana já que na minha cidade Lainha MG só tinha TV Tupi e Globo. O cinema narra nossa memória na tela; por isso, vendo ao filme, lembramos "da-gente-mesma" (self). Evidente é que o tempo nos machuca (éramos novos, hoje mais velhos - há um sentido de tempo e morte - Gil, Caetano e Chico estão corretos).
Chico diz algo me nos deixam calmos e tranquilos com as perdas e ganhos na nossa vida. Ele diz: "Eu me olho e falo: - Como fui bonitinho!..." (mais ou menos isso) - "nada mais do que isso" ele completa, pois afinal a "vida-continua-mesma". A vida é assim: fomos jovens, o tempo passa... Bem, mudemos um pouco dessas perdas... Os olhos do Chico Buarque estão de um azul clássico e cultuado - um mar de lazulis; um azul capaz de embebedar o Rei Roberto Carlos que ama compulsivamente a cor azul [talvez o Rei deseje uma paz desejada; sonhada; planejada/ certinha onde ele tenha controle de tudo...] - talvez por isso ele convidou a Chico para regravar "Olha" que o fêz com Erasmo Carlos - olha vc coisas no seu olhar que um dia eu sonhei pra mim; a cabeça com problemas [já que a vida é real; cheias de alegrias e tristezas misturadas]. Um azul "chicodiano" que me fez leve - eu me perdi naquele mar de azul. Olhos não ficam envelhecidos - pareceu-me. Por um momento parei de lamentar a idade e passei a respirar, pois a vida urge como se eu estivesse em uma "clínica dos desesperados" - desesperar é viver num é? É? É?
Bem... Caetano disse que naquela época (do III Festival - em 67] ele era mais favorável ao movimento da Jovem Guarda [e guitarras elétricas e letras de amor infindo] do que do samba. Gostava dos Beatles, mas a banda inglêsa era paixão de Gil. Mais: Chico lamenta sua solidão - era o único (na época; lutava sozinho pelo sucesso), os outros eram a Tropicália (Gal, Betânea...) e a Jovem Guarda. Caetano concorda com o colega e possivelmente amigo - como deve ser triste ser Chico. Chico fala das tentativas do Governo (sim, na época, a ditadura se 'preocupava'[?] com os ídolos que faziam letras opositoras ao Governo; o ídolo produz opiniões populares) em tentar obrigá-lo ser um "bom mocinho" - olhos azuis oceânicos são capazes de tudo até de fazer um levante armado. Mas Chico rejeitou e então denuncia isso - em um filme político e artístico ao mesmo tempo (fenômeno raro na esfera das Artes). Levantamos do cinema (após o término do filme, é claro!), mas o fazemos pensando, pensando [e com lágrimas sutís] - somos levados a 'pensar-sentir-agir' sobre todo o filme, mas muito centrado na frase final de Gil: fomos divididos (passado) e essa foi a melhor época (passado); a agonia é o sinal de que temos sangue e vida (passado e hoje); não a agonia da repressão política (que ele se refere, talvez). Gil está a avaliar o passado de modo demais cruel com ele (Gil e Passado). Não podemos deixar de pensar e ficar como Gil: entre a vida (passado; festival) e a morte (presente; as stars de hoje com rugas mesmo que produzindo 'feitos meninos")... Do Gil foi a 'essência existencializada' [frágil existir cantor naquela noite em 67...] que capturei.
Dizem que um dos produtores do filme, o jovem João Moreira Salles deu um sábio conselho aos dois cineastas: “Façam um filme que tenha na sua interioridade muito com uma experiência.” O que é experiência? Uma "experênia-é-sentida" - eu digo depois que assisti "Uma Noite..." Recordo de Larrosa que diz que a experiência é aquilo que nos passa e fica na gente; gruda na pele, carne e alma e mais, ele nos alerta que vivemos um tempo em que não se vivem experiências; tudo é comercializado de modo rápido e grosseiro - consumismo voráz; competividade ensanguentada. Com "Uma Noite em 67" sentimos a experiência que nos descreve Larrosa - muito talvez pela minha idade que é compatível um pouco com as estrelas na tela. Eu me vendo ao te ver - "me vi te vendo". Eu um simples mortal (e feliz mortal que irá morrer). Por mais que eu narre o filme aqui-agora nesse ensaio fílmico (sem acertos de porguês e de digitação), o espectador jamais saberá "dele" [do filme] - já que é uma obra de arte [como é a vida experiencial], uma experiência existencial. É vital que o assitamos com alegria e dispostos a nos emocionar (deixar que o evento se transforme em experiência). Eu penso que o faria mil vezes sem me cansar - assisti-lo sempre. Tanta ética e beleza [bela ética; estética ética] é para assistir, e não falar (escrever) - mas na nossa arrogânica tentamos. É preciso crer para ver.
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Bibliografia:
LARROSA, Jorge [Bondía]. Notas sobre a experiência e o saber da experiência. Texto facilmente encontrado na internete.
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Tenho modificado esse texto à medida que me elogiam [alunos e alunas] e eu acredito (rsrsrsrs). Mas o emocional predomina - escrevo e não corrijo erros de português e nem de digitação. Mas o conteúdo é "esse-aí".

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Projeto de pesquisa 2010 - UFES/CE/DTEPE/PPGE

Desenho de Janusz Korczak - ele e suas 200 crianças...
Título:
Atendimento Educacional Especializado’ em ‘Tempos-Espaços Sombrios’: A importância de Janusz Korczak (1878–1942) na História e Psicologia da Educação e na Produção de Cuidados Junto aos Discentes com Altas Habilidades.

Sigla: AEE “in” Janusz Korczak

Autor desse projeto de pesquisa: Hiran Pinel

Instituição: Universidade Federal do Espírito Santo – UFES; Centro de Educação – CE; DTEPE - Departamento de Teorias do Ensino e Práticas Educacionais.
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Registro do projeto na PRPPG/UFES : 561/2010

Carga Horária semanal: 10 horas semanais

Colaboradores: Mestrandos: Arinna da Silva Vital [sou co-orientador; Universidade de la Empresa – UDE - Uruguai]; Doutorandos: Marcio Colodete Sobroza; Edson Maciel Jr; Da comunidade: João Porto – Mestre em Educação, ex-aluno; professor doutor Paulo Roque Colodete, do Hospital Geral de Linhares ES – HGL, instituição pública; professor doutor Rodrigo Rossoni, da FAESA e Faculdade Novo Milênio; Breno Volpini - graduando em Psicologia/ UFES; estagiário em Psicologia Escolar nesse referido projeto.
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Grande Área do Projeto: Ciências Humanas

Nome da Área: Educação

Linha de Pesquisa no Programa de PG: Diversidade e Práticas Educacionais Inclusivas

Natureza do projeto: Pesquisa

Tipo: Científico

Situação: Em andamento

Data de início: 16/07/2010 - Prazo (em meses): 12 meses

Página Web: http://hiranpinel.blogspot.com/2010/07/projeto-de-pesquisa-korczak-atendimento.html

E-mail para contato com o professor: hiranpinel@ig.com.br

Instituição: UFES

Instituição coordenadora: UFES/CE/DTEPE

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Detalhamento do projeto

Palavras chave: Korczak, Atendimento Educacional Especializado, Fenomenologia: Método de Pesquisa; Existencialismo, Pedagogia Libertária, Nazismo.

Resumo: A produção científica, literária e artística de e sobre Janusz Korczak (que é educador especial, social, infantil; psicólogo; psicopedagogo; pedagogo – dentre outros ofícios de disciplinas específicas que procuram em outras seus complementos - 1878–1942) tem me interessado de modo profundo, tendo sido tema focal de um curso de pós-graduação em Educação Infantil que realizei com muito empenho e rigor científico, filosófico e artístico – além da paixão que me comoveu e me comove. Esse tema tem sido abordado nas minhas disciplinas de mestrado e de doutorado, quais sejam Psicologia Educacional e Processos Afetivos e Aprendizagem, destacando a aprendizagem e a afetividade nesse autor de tendência fenomenológica e ao mesmo tempo libertária, trazendo à lume sua importância na contemporaneidade, que denomino de um tempo-espaço sombrio, marcado que é por novas perspectivas de ser (sendo) humano [sujeito inventado nas relações sociais], crises econômicas marcantes, e que ao mesmo tempo mostram movimentos sociais [e ações de oposição em geral] que desejam modificar a escola tornando-a uma instituição sentida inclusiva – mais cidadã. Os “atendimentos educacionais especializados” aos alunos com Altas Habilidades, devem acontecer [como um acontecimento] preferencialmente na sala de aula regular, mas há casos excepcionais, que acontecem também [junto com a escolaridade e escola] em espécies diversas de salas de recursos [como os consultórios de Psicopedagogia] – em ambos os casos pautados pelo Cuidado – processos transitórios [sempre para as salas regulares inclusivas]. Tais atendimentos podem ser incrementados por uma postura política mais ativa de ensino-aprendizagem onde o ser (sendo) cidadão comova os sucessos acadêmicos. Quando o discente e professor se desvelam cidadãos [no mundo] o ensino e o aprender escolares aparecem numa fruição e entrega maior. Esse é um modo de amar uma pessoa dentro e fora da escola.

Objetivos: De modo central, objetivo estudar compreensivamente as contribuições do pedagogo Janusz Korczak (1878–1942) para a construção, produção e ou invenção do que se denomina “Atendimento Educacional Especializado” [AEE] para e com os discentes denominados, por algum parâmetro, como de Altas Habilidades. Para isso recorrerei ao método fenomenológico de pesquisa pautado pelo existencialismo de Jean-Paul Sartre – tanto o primeiro (marcantemente existencial) e especialmente ao segundo (existencialista marxista). Esse tema – AEE – é específico da Educação Especial que produz ações de sentido de inclusão dentro da sala de aula regular, e que não desconsidera os outros espaços até os mais clássicos como os clínicos (salas de atendimentos psicopedagógicos), provocando-os mudar. Já o tema desse Grande Educador (Korczak) mostra sua importância em um movimento internacional de seu resgate, destacando que ele inventou e produziu ações e teorias numa atuação contra os “tempos-espaços sombrios” – na época o Nazismo. Atualmente podemos inferir a presença desses “tempo-espaço sombrio” devido a diversos fenômenos que vivenciamos como as crises econômicas; novos processos de subjetivação que nos amedronta; a densidade, intensidade e tensão da violência simbólica e concreta etc. Entretanto, o próprio resgate desse pedagogo compõe o movimento de oposição, que chega à escola convocando uma Educação Especial que foque ações de sentido dentro das salas de aulas regulares (vida), trazendo a lume outros e mais sentidos do que significa incluir. Janusz traz idéias vitais às construções de Políticas Públicas voltadas efetivamente à educação escolar [investimento], formação dos professores, numa instituição que valorize as famílias e comunidades dos discentes, que retorne ao seu objeto que deu origem a sua criação [escolaridade].

Resultados esperados: Pedir 10 [dez] horas semanais para dedicar-se a esse projeto de pesquisa significa que eu me proponho envolver inclusive viagens para pesquisa como ir à Associação Janusz Korczak do Brasil; mergulhos existenciais na internet – com a Associação Internacional; produzir possivelmente ações de coletas de dados em escolas públicas; pesquisa bibliográfica vastíssima – dentre outras. Dentre os resultados esperados propomos produzir: 1) Um livro registrado com ISBN; 2) um artigo científico que provavelmente poderá ser publicado em livro qualificado de acordo com as normas da CAPES; 3) Um artigo científico a ser apresentado em março de 2011 no Seminário Nacional de Educação Especial que provavelmente ocorrerá em Vitória ES; 4) Um artigo sobre a correlação “aspectos sócio-históricos” (período do Nazismo - 1933 a 1942) e, produção de uma Pedagogia de resistência e enfrentamento a esses tempos sombrios – como a realizada por Korczak; 5) Publicação na internet da evolução da pesquisa – a inserção desse projeto na mídia eletrônica e mais dados sobre o desenvolvimento dele – dentre outros.
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BIBLIOGRAFIAS DE AUTORES COM OS QUAIS PRETENDEMOS TRABALHAR:

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ADORNO, Theodor. A educação pós Auchwitz.
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ARENDT, Hanna. Homens em tempo sombrios. São Paulo: Cia das Letras, 1999.
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PATTO, Maria Helena Souza. Mutações do cativeiro; escritos de Psicologia e Política. São Paulo: Hacker/ Edusp, 2000.
PATTO, Maria Helena Souza. Produção do fracasso escolar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
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OUTRAS REFERÊNCIAS SERÃO LEVANTADAS...
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Fontes das imagens:

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

15ª JORNADA BRASILEIRA DE PEDAGOGIA SOCIAL

“PROGRAMAÇÃO ESTRATÉGICA DO EVENTO”
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO – UFES
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO (ProEx)
CENTRO DE EDUCAÇÃO – CE
DEPARTAMENTO DE TEORIAS DO ENSINO E PRÁTICAS - DTEPE
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO – PPGE
FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – FEUSP

15ª JORNADA BRASILEIRA DE PEDAGOGIA SOCIAL”
Dias do evento:

1º dia - Quinta-Feira no dia 25 Março de 2010
&
2º dia - Sexta-Feira no dia 26 de Março de 2010


QUINTA-FEIRA (25/03/2010)

MANHÃ
8h às 8h30min: Credenciamento
8h30min as 8h45min: Abertura do evento

Professoras Doutoras:
Θ Maria Aparecida Santos Corrêa
Barreto (Diretora do CE);
Θ Denise Meyrelles de Jesus
(Coordenadora do PPGE).

9h às 12h - Conferências:
Alguns Fundamentos Possíveis
Nas Esferas Teóricas e
Metodológicas da Pedagogia
Social no Brasil: Estado da Arte(Parte I)

Professores Doutores:
Θ Roberto da Silva (USP);
Θ Stéphanie Gasse – Université De Rouen (França);Tradução: Professora Doutora Nilda Alves (UERJ).
Θ Martha Tristão (UFES)
Θ Hiran Pinel (UFES/ PPGE)

Coordenação mesa: Professor doutor Carlos Eduardo Ferraço

ALMOÇO: 12H às 14h

TARDE

14h às 16h
Experiências Capixabas de Pedagogia Social
Professoras Mestres:
Θ Jacyara Silva Paiva e três educadoras sociais da Prefeitura Municipal de Vila Velha ES.
Θ Maria Graça Pimentel.
Θ Maristela do Valle.

LANÇAMENTO DO LIVRO
"PEDAGOGIA SOCIAL"
(ORG) - Θ Roberto da Silva, João Clemente e Rogério Moura.

SEXTA-FEIRA (26/03/2010)

MANHÃ

9h às 12h – Conferências:
Alguns Fundamentos Possíveis
Nas Esferas Teóricas e
Metodológicas da Pedagogia
Social no Brasil e na Àfrica: Estado da Arte –
(Parte II)

Professores Doutores:
Θ João Clemente de Souza Neto
(Mackenzie, SP);
Θ Gerda Margit Foerst (UFES)
Θ Silvia M. Trugilho (UNISALES, ES)
Θ Bernd Fichtner - Universidade de Siegen (Alemanha). Professor visitante UFES/ PPGE.

Coordenação mesa: Ms.Edson Maciel

ALMOÇO:14h as 16h

TARDE
Experiências Capixabas de Pedagogia Social
Professores:
Θ Ms. Carlos Antonio dos Santos.
Θ Doutor Rodrigo Rossoni
Θ Ms. Doutorando Soller Gonzáles.

16h às 17h – Encerramento
Professores Doutores:
Θ Hiran Pinel (UFES);
Θ Roberto da Silva (USP).
[1] O termo “estratégico” significa que essa é a programação oficial mas que pode ocorrer mudanças devidas as intempéries de quaisquer eventos e de suas inquietudes.

***

OBJETIVO DO EVENTO:

O evento tem, dentre outros objetivos, o de produzir reflexões sobre as práticas capixabas de Pedagogia Social produzidas pelos educadores sociais, comparando-as com as práticas nacionais e internacionais, e daí reinventando-as.

Cidade: Vitória, ES - Brasil - 25 e 26/03/2010.
Local: Auditório do Centro de Educação-CE-IC-IV
Escola: Universidade Federal do Espírito Santo – UFES

ISSN: 2177-1669

Registro do evento no SIEX/UFES: 62455

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Inscrição:

Entre no seguinte endereço (sítio) e faça ‘on line’ sua inscrição para a 15ª Jornada Brasileira de Pedagogia Social e siga as normas de pagamentos.
Site: http://www.radier.com.br/preinscricao.php
E-mail: pedagogiasocial@radier.com.br

A inscrição confirma sua presença.

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COMITÊ CIENTIFICO:
Θ Alex Sandro C. Sant’ Ana – Ms, UFPI.
Θ Carlos Eduardo Ferraço – Doutor, UFES.
Θ César Pereira Cola – Doutor, UFES.
Θ Denise Meyrelles de Jesus – Doutora, UFES.
Θ Edna Castro Oliveira - Doutora, UFES.
Θ Erineu Foerst - Doutor, UFES.
Θ Gerda Margit Schütz Foerste - Doutora, UFES.
Θ Hiran Pinel - Doutor, UFES.
Θ Ivone Martins de Oliveira - Doutora, UFES.
Θ João Clemente de Souza Neto - Doutor, M, Mackenzie; FIEO.
Θ Maria Aparecida Santos Corrêa Barreto - Doutora, UFES.
Θ Maria da Penha Rodrigues Firmes - Doutora, UFVJM.
Θ Maria Stela Graciani – Doutora, PUC/SP.
Θ Martha Tristão – Doutora, UFES.
Θ Moema Rebouças – Doutora, UFES.
Θ Paulo Roque Colodete – Doutor, Comunidade.
Θ Roberto Silva – Doutor, FEUSP.
Θ Rodrigo Rossoni – Doutor, FAESA.
Θ Silvia Moreira Trugilho – Doutora, UNISALES.
Θ Sônia Lopes Victor – Doutora, UFES.
Θ Vitor Gomes – Doutor, IFES.

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25 e 26 de março de 2010

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AS PESQUISAS APROVADAS (AQUI SOB FORMA DE ARTIGO CIENTÍFICO) PELO COMITÊ CIENTÍFICO, PUBLICADA NO "ANAIS..." POR: a) ORDEM DE CHEGADA AO E-MAIL CONFORME INDICADO; b) TÍTULO; c) NOME DO INVESTIGADOR:

ARTIGO CIENTÍFICO 01: PRÁTICAS NÃO-CONVENCIONAIS DE TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO GERENCIAL MOBILIZADORAS DA SUBJETIVIDADE: UMA ANÁLISE CRÍTICA - De: Hercoles Eroides Jaci; Íris Barbosa Goulart.

ARTIGO CIENTÍFICO 02: AUTO-IMAGENS, A PARTIR DO MEIO AMBIENTE, CAPTURADAS POR CRIANÇAS DO MST: OFICINAS PEDAGÓGICAS DE FOTOGRAFIA COMO FERRAMENTAS DA EDUCAÇÃO SOCIAL – De: Rodrigo Rossoni.

ARTIGO CIENTÍFICO 03: A EXPERIÊNCIA DE SENTIDO NUMA ‘PRÁTICA PSICOPEDAGÓGICA SOCIAL’ DENOMINADA ‘OLIMPÍADAS DE BÊQUIM’ – De: Maristela do Valle.

ARTIGO CIENTÍFICO 04: PEDAGOGIA SOCIAL: UMA INTERROGAÇÃO FENOMENOLÓGICA A UM GRUPO FOCAL DE EDUCADORES SOCIAIS – De: Hiran Pinel.

ARTIGO CIENTÍFICO 05: “OS MODOS DE SER-SENDO” EDUCADORES E EDUCANDOS DO PROGRAMA SOCIAL “CRER COM AS MÃOS” – De: Maristela do Valle.

ARTIGO CIENTÍFICO 06: PARCERIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DO CAMPO – De: Erineu Foerste; Gerda Margit Schütz Foerste; Lírio Drescher; Maria Aparecida Trarbach; Mônica Nickel; Rogério Caliari.

ARTIGO CIENTÍFICO 07: EXPERIÊNCIA COM ‘OFICINA TERAPÊUTICA’ EM SAÚDE MENTAL: A PRESENÇA DA ‘PEDAGOGIA SOCIAL’ NOS TRABALHOS DE PSICOLOGIA E SAÚDE COLETIVA NA PREVENÇÃO COM A SAÚDE NA COMUNIDADE – De: Cinthia Araujo Antunes; Cloves Bitencourt Neto.

ARTIGO CIENTÍFICO 08: A EDUCAÇÃO PARA A MORTE NO ÂMBITO DA PEDAGOGIA SOCIAL: APORTES DA LITERATURA DE VIAGENS E DO CONCEITO DE EMERGÊNCIA ESPIRITUAL – De: Paulo Roberto Azevedo Varejão.

ARTIGO CIENTÍFICO 09: FAMÍLIA E DEFICIÊNCIA: SUBSÍDIOS PARA EDUCADORES SOCIAIS – De: Cloves Bitencourt Neto; Danusa Pereira de Aragão; Laís Graneman.

ARTIGO CIENTÍFICO 10: TEORIA PSICOLÓGICA SÓCIO-HISTÓRICA DE TENDÊNCIA BRASILEIRA: SUBSÍDIOS PARA A ATUAÇÃO DE EDUCADORES SOCIAIS – De: Hiran Pinel; Paulo Roque Colodete.

ARTIGO CIENTÍFICO 11: A PEDAGOGIA SOCIAL E EDUCAÇÃO SOCIAL, QUE CAMINHO É ESSE? – De: Jacyara Silva de Paiva.

ARTIGO CIENTÍFICO 12: DESIGUALDADE SOCIAL E ESCOLARIZAÇÃO DAS ELITES: UMA ANÁLISE DA DIMENSÃO SUBJETIVA – De: Rita de Cássia Mitleg Kulnig.

ARTIGO CIENTÍFICO 13: A SOCIEDADE DO SUBSÍDIO E A EDUCAÇÃO: SOBRE ALGUMAS POLÍTICAS DE DESMOBILIZAÇÃO SOCIOEDUCACIONAL NA CONTEMPORANEIDADE – De: Alex Sandro C. Sant’Ana.
ARTIGO CIENTÍFICO 14: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NA ESFERA DA SEXUALIDADE: OS ‘NÓS’ SENDO INVESTIGADOS - Rutinelli da Penha Fávero.


ARTIGO CIENTÍFICO 15: CAMINHANDO COM FÉ: OS PASSOS DE ANCHIETA E AS LIÇÕES ENSINADAS-APRENDIDAS DO/NO/COM CAMINHO – De: Leide Bela de Brito Anália da Costa

ARTIGO CIENTÍFICO 16: NÃO HÁ SEGREDO EM BROKEBACK MOUNTAIN: A ORDEM DO DISCURSO E A LINGUAGEM AUDIOVISUAL DO CINEMA – De: João Porto

ARTIGO CIENTÍFICO 17: PALITOS DE DENTE, ENSINO, APRENDIZAGEM E EXISTENCIALISMO – De: João Porto

ARTIGO CIENTÍFICO 18: “DIAGNÓSTICO DE UMA COMUNIDADE”: SUBSÍDIOS PARA INTERVENÇÃO JUNTO A UMA MENINA [OBJETO DE VIOLÊNCIA FAMILAIR] ATRAVÉS DA PEDAGOGIA SOCIAL EM UM “PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA” (PSF) – De: Paulo Roque Colodete

ARTIGO CIENTÍFICO 19: INCLUSÃO OU DESILUSÃO: REFLEXOS DO CURRÍCULO DE 9 ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA AS CRIANÇAS – De: Fernanda Monteiro Barreto Camargo

ARTIGO CIENTÍFICO 20: (DES) CORTINANDO O CENÁRIO DA REALIDADE DAS CRIANÇAS E DE SUAS INFÂNCIAS NOS PROCESSOS ENSINO-APRENDIZAGEM ESCOLAR E NÃO ESCOLAR-INFORMAL E NÃO INFORMAL – De: Carlos Antonio dos Santos

ARTIGO CIENTÍFICO 21
: UMA “ESCOLA ABERTA” [DE ACORDO COM A ‘UNESCO’]: DESCRIÇÕES E NARRATIVAS DE UM PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA – De: Marcio Colodete Sobroza

ARTIGO CIENTÍFICO 22: EDUCAÇÃO E HUMANIZAÇÃO: O PENSAMENTO E PRÁTICA DE PAULO FREIRE E A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – EJA – De: Eliesér Toretta Zen

ARTIGO CIENTÍFICO 23: EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CRÍTICA EMANCIPATÓRIA: CONTRIBUIÇÕES DE PAULO FREIRE ENTRE OUTROS PENSADORES DA EDUCAÇÃO – De: Eduardo Vianna Gáudio.

ARTIGO CIENTÍFICO 24: REFLETINDO A FORMAÇÃO DOCENTE NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A FORMAÇÃO DE UMA CIDADANIA PLANETÁRIA – De: Márcia Moreira de Araújo

ARTIGO CIENTÍFICO 25: FAZENDO ARTE – De: Sandra Amaral.

ARTIGO CIENTÍFICO 26: TEATRO-EDUCAÇÃO NA REDE ESCOLAR MUNICIPAL DE VITÓRIA: UM ESTUDO DE CASO – De: Rose Mary Fraga Pereira

ARTIGO CIENTÍFICO 27: HORA DA VISITA: OS SENTIDOS ATRIBUÍDOS PELAS CRIANÇAS AO SISTEMA PENITENCIÁRIO DE VILA VELHA – De: Sayonara Passos

ARTIGO CIENTÍFICO 28: AS CONTRIBUIÇÕES DO PROEJA PARA ALUNOS COM ENSINO MÉDIO CONCLUSO DO IFES CAMPUS COLATINA: UM NOVO OLHAR SOBRE ESSES SUJEITOS – De: Kênia Cristina Tinelli

ARTIGO CIENTÍFICO 29: UM TIRO NOS OUVIDOS: RAP, IDENTIDADE E EDUCAÇÃO – De: Geyza Rosa Oliveira Novais Vidon.

ARTIGO CIENTÍFICO 30: PARCEIRA AGRÍCOLA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: DA REALIDADE A VONTADE – De: Sebastião Ferreira

ARTIGO CIENTÍFICO 31: COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO SAPÊ DO NORTE: DIVERSIDADE CULTURAL E BIOLÓGICA ESTÁ SENDO ELIMINADA – De: Olindina Serafim Nascimento.

ARTIGO CIENTÍFICO 32: EDUCAÇÃO DO CAMPO: UMA REFLEXÃO DOS FATORES HISTÓRICOS E POLÍTICOS DA REALIDADE DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO - De: Geovani da Silva Bayerl; Reginaldo Andrade & Márcia Helena Siervi Manso.

ARTIGO CIENTÍFICO 33: A POÉTICA DOS ESPAÇOS: UMA EXPERIÊNCIA SEM TERRINHA – De: Sonia Maria de Oliveira Ferreira; Gerda Margit Schütz-Foerste.

ARTIGO CIENTÍFICO 34: TEMPOS E ESPAÇOS: ANALISANDO AS PRÁTICAS INSTITUINTES DA EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL DO NÚCLEO BRINCARTE NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA – De: Maria Aparecida R. da Costa Santos

ARTIGO CIENTÍFICO 35: A ESCOLA FORMAL VIA A PROPOSTA PEDAGÓGICA DO PROGRAMA ESCOLA ABERTA – De: Ângela Rodrigues Dias

ARTIGO CIENTÍFICO 36: A FORMAÇÃO DO EDUCADOR SOCIAL E SEU CAMPO DE ATUAÇÃO – De: João Clemente de Souza Neto

ARTIGO CIENTÍFICO 37
: A ARTE DE PACIFICAR CORAÇÕES: UM ESTUDO DO “PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PARA A PAZ, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS” NOS PRESÍDIOS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO – De: Dalila Lubiana; Márcia Helena Siervi Manso.

ARTIGO CIENTÍFICO 38: ARTE NO SISTEMA PENITENCIÁRIO: DESAFIOS E POSSIBILIDADES – De: Myriam Fernandes Pestana Oliveira

ARTIGO CIENTÍFICO 39: O QUE A LUZ PODE NOS CONTAR – De: Marieta Vieira Messina

ARTIGO CIENTÍFICO 40: POLÍTICA EDUCACIONAL PARA O CAMPO: O PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO RURAL – PROVER, NO MUNICÍPIO DE JAGUARÉ – ES – De: Charles Moreto.

ARTIGO CIENTÍFICO 41: PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL – BRINCARTE: POSSIBILIDADES E DESAFIOS DA POLÍTICA PÚBLICA ARTICULADA – De: Zoraide Barboza de Souza

ARTIGO CIENTÍFICO 42: IMPLATAÇÃO DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO DO CAMPO NO MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES – De: Marinete Santana; Márcia Helena Siervi Manso

ARTIGO CIENTÍFICO 43: A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO ETNOGRÁFICO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO SOCIAL JUNTO A MORADORES DE UMA COMUNIDADE LITORÂNEA DO NORDESTE BRASILEIRO - De: Daniel Santos Libardi

ARTIGO CIENTÍFICO 44: A EDUCAÇÃO DO CAMPO E OS 30 ANOS DE PRODUÇÃO ACADÊMICA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO – De: Erineu Foerste; Rogério Caliari; Cláudio Cari.

ARTIGO CIENTÍFICO 45: O (DES)VELAR DE VALORES: UMA LEITURA EXISTENCIAL-FENOMENOLÓGICA ACERCA DAS NARRATIVAS DE PROFISSIONAIS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CARIACICA/ES – De: Alexsandra dos Santos Oliveira

ARTIGO CIENTÍFICO 46: UM BREVE ESTUDO DA LINGUAGEM EM NIETZSCHE E VYGOTSKY. SUAS IMPLICAÇÕES E PERSPECTIVAS NO CAMPO DA PEDAGOGIA SOCIAL – De: Matheus Moreira

ARTIGO CIENTÍFICO 47: OFICINA DE TECNICAS PARA CONTAR HISTÓRIAS; SUBSIDIOS PARA O EDUCADOR SOCIAL – De: Ana Rita Cesar

ARTIGO CIENTÍFICO 48: A CONDIÇÃO DA HOMOSSEXUAL FEMININA NA TERCEIRA IDADE: O SILÊNCIO DE UMA EXPERIÊNCIA – De: Elaine R.M. Baptista

ARTIGO CIENTÍFICO 49: VIVÊNCIA DA MORTE E A APREENSÃO DE SENTIDOS: UMA EDUCAÇÃO SOCIAL NÃO-ESCOLAR JUNTO A PROFISSIONAIS DE SAÚDE – De: Silvia Moreira Trugilho

ARTIGO CIENTÍFICO 50: HOSPITALIZAÇÃO ESCOLARIZADA: DIREITO À EDUCAÇÃO E UM SENTIDO PARA A CRIANÇA HOSPITALIZADA ATRAVPES DE ATENDIMENTO ESCOLAR EM AMBIENTE HOSPITALAR – De: Silvia Moreira Trugilho

ARTIGO CIENTÍFICO 51: CRIANÇA, CURRÍCULO E COTIDIANO ESCOLAR... – De: Angela Francisca Caliman Fiorio

ARTIGO CIENTÍFICO 52: EDUCAÇÃO AMBIENTAL BIORREGIONAL: A COMUNIDADE APRENDENTE NA ILHA DAS CAIEIRAS, VITÓRIA (ES) – De: Soler González

terça-feira, 27 de outubro de 2009

FORGUIERI E SUA PROPOSTA TEÓRICA FENOMENOLÓGICA

HIRAN PINEL

Minha intenção era a de trabalhar teoria psicológica de Yolanda Cintrão Forghieri (2001), que é de foco fenomenológico. Ela trata por esclarecer a sua trajetória de psicóloga clínica que começou por Rogers, logo superado após ela ter vivenciado uma situação de violência no seu lar (assassinato). Ela compreende que o homem não é bom na sua essência como preconizava o criador da Abordagem Centrada na Pessoa – ACP. Ela parte a procurar identificar e descrever as “características básicas do existir”, respaldando-se em nomes da Fenomenologia como Husserl, Merleau-Ponty, Heidegger e Buber. Mas de “(...) modo menos evidente (...)” (FORGHIERI, 2001; p. 25) ela também se envolve com Jean Paul-Sartre. Quanto aos psicólogos dessa esfera ela cita Binswanger, Boss, Berg, Minskowski. Ela explica o que de cada um desses autores ela considerou para inventar sua teoria. Ela identifica as seguintes características do existir humano: ser-no-mundo (respaldou-se em Heidegger dentre outros); temporalizar (Minskowski dentre outros); espacializar (Frankl, Heidegger dentre outros); escolher (Sartre; Boss dentre outros).

1. O ser-no-mundo – indissociáveis.

O mundo é: circundante (ambiente; coisas); humano (o Outro); próprio (relação ‘consigo-mesmo’).

As maneiras de existir: preocupada, sintonizada e racional.

a) “preocupada” (no cotidiano há conflitos e nos mostramos assim com receios, amedrontamentos etc.);

b) “sintonizada” (momentos de alegria e tranqüilidade);

c) “racional”:

Como seres racionais, temos necessidade de analisar a nossa vivência cotidiana imediata para conceituá-la e estabelecer relação entre nossas experiências, elaborando desse modo um conjunto de conceitos, relacionados por princípios coerentes, que nos permitam explica-las (FORGUIERI, 2001; p. 39).

2. O modo de existir temporalizando que consiste em descrever e analisar o experienciar o tempo pela pessoa. O tempo é a “(...) vivência que mais próxima se encontra do nosso próprio existir” (FORGHIERI, 2001; p. 41).

3. O existir espacializando consiste no modo como vivenciamos o espaço em nossa existência. “(...) localizando e denominando os lugares e as coisas que nele [espaço] se encontram...” (FORGHIERI, 2001; p. 44).

4. O modo existencial de escolher como uma abertura à percepção e compreensão de tudo o que ela [escolha] se apresenta. Essa abertura para escolher é a condição da pessoa em situação de liberdade.

Para a autora,

Ser sadio existencialmente consiste tanto em se abrir às próprias possibilidades, como em aceitar e enfrentar os paradoxos e restrições da existência (FORGHIERI, 2001; p. 53).

O sujeito vive em transformações bem como seu psiquismo vive em movimentos, onde o vivido não é estático e nem estável.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Marxismo e existencialismo...

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Eu acho esse livro indispensável para quem deseja ser meu orientando ou orientanda. SARTRE, Jean-Paul et al. Controvérsia sobre a dialética Marxismo e existencialismo. Rio de Janeiro: Editora Tempo Brasileiro, 1966 [tem edições mais novas]. Trabalho com o método fenomenológico de pesquisa e o existencialismo, e acho o livro muito bom pois nele podemos apreender o lugar no social, no cultural, no histórico, no idológico, no econômico, no político - dentre outras variáveis - no desenvolvimento e aprendizagem de ser (que é mundo) no ser humano.
***
Hiran Pinel.

sábado, 3 de outubro de 2009

O Relatório Final da minha prática (estágio) de Magistério Infantil

MODELO DE ESQUEMA PARA PRODUÇÃO DE RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO DE ENSINO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL (1a a 4a série)
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Explicando os motivos de mostrar um esquema (desenho) de um sumário de relatório final de estágio:
ESQUEMA DOS ESTÁGIOS QUE FIZ EM 'EDUCAÇÃO INFANTIL' E DO 'ENSINO FUNDANTAL' PELA UNIVERSIDADE DE UBERABA - UNIUBE - ONDE SOU ALUNO DO CURSO DE PEDAGOGIA (LICENCIATURA). UM CURSO ÓTIMO E À DISTANCIA... EU QUE LECIONO PARA CURSOS A DISTANCIA (E PRESENCIAL) EM UMA UNIVERSIDADE FEDERAL [ONDE SOU EFETIVO: ASSOCIADO I], ESTOU GOSTANDO MUITO DESSE CURSO... DE MUITO BOA QUALIDADE...
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CAPA
CONTRACAPA
CATALOGAÇÃO BIBLIOGRÁFICA
FOLHA DE ROSTO
DEDICATÓRIAS
AGRADECIMENTOS
EPÍGRAFE
APRESENTAÇÃO
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
1.1 . Objetivo desse relatório final de estágio
1.2 . Objeto desse relatório
1.3 . Interrogação do estudo (ou: problema em estudo)
1.4 . Suposição do estudo
1.5 Hipóstese do estudo desse relatório
1.6 . Motivação para o estudo
1.7 . Relevância do estudo
1.8 . Limites do estudo
2. REVISÃO DE LITERATURA
2.1. Sobre Relatórios Finais de Estágio em Magistério do Ensino
2.2. Sobre o tema

3. METODOLOGIA
3.1. Do estágio
3.2. Da produção dessa pesquisa (Relatório Final)
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
4.1. DIAGNÓSTICO ATUAL DA ESCOLA
4.2. O ESPAÇO DA SALA DE AULA
4.3. A VIVÊNCIA DA SALA DE AULA NA PERSPECTIVA DOS ALUNOS E PROFESSORAS
4.4. PLANEJANDO O EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA
4.5. PENSANDO E AVALIANDO O EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA

5. CONCLUSÃO

6. REFERÊNCIAS

7. ANEXOS
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA - PPP
ENTREVISTAS NÃO-DIRETIVAS
Anexo 01: As entrevistas com as três professoras
Anexo 02: As entrevistas com os três alunos e alunas

PLANOS DE AULAS
“Semana dos Blocos & Outros Objetos Provocadores...”
Anexo 03: 1º Plano de aula – Parte I
Anexo 04: 1º Plano de aula – Parte II
Anexo 05: 1º Plano de aula – Parte III
Anexo 06: 1º Plano de aula – Parte IV
FOTOGRAFIAS COM TEXTOS INDICATIVOS DO QUE SE TRATAM CADA UMA DELAS
DESENHOS DOS ALUNOS - SE NECESSÁRIO
***
Hiran Pinel