sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Brokeback Safadão// Investigação sobre um Safadão acima de qualquer suspeita// Safadão Mountain// Safadão em ritmo de aventura // Didi - O Safadão Trapalhão// Xuxa e o Safadão da Cidade Perdida// Quando o Safadão Chegar// O Safadão de Promessas// Juventude e Safadão// Safadão Atlântida// E Deus criou o Safadão// Safadão do Brasil// Cidade de Safadão// Safadão 8 e meio// Noites de Safadão// Safadão ou os 120 dias de Safadão// Ópera do Safadão// Sansão e Safadão// O Safadão Cor-de-Rosa// The Safadão in the Band// Safadão Malady// Deus e o Safadão na Terra do Sol// O Safadão com brinco de pérola// Safadões verdes fritos// Diário de um Safadão// O Resgate do Soldado Safadão// Safadão é a cor mais quente// Safadão, o magnifico// Como ser Safadão// Eu Não Quero Voltar Safadão// Hoje Eu Quero Voltar Safadão// Precisamos falar sobre o Safadão// O safadão inglês//... é muito lúdico "gazer" isso... kkk bacana demais...
Adorando a série da televisão tailandesa chamada "Make It Right The Series" (Original: รักออกเดิน )...

País: Tailândia
Total de episódios: 12
Canal: Channel 9
Data de exibição: de 15 de maio de 2016 até 31 de julho de 2016

ELENCO:

Ator: Imerbpathom Sittiwat
Personagem: Book

Ator: Chittsawangdee Pawat
Como: Frame

Ator: Panichtamrong Peemapol
Como: Fuse

Ator: Udompanich Krittapak
Como: Tee

Atriz: Chanchalerm Manasaporn
Como: Fing

Ator: Ua-Ampon Wichawet
Como: Tan

Imagem (e frase) da série da TV tailandesa "Make It Right The Series". É linguagem de cinema muitas cenas, e frases sensíveis como essa, que dá pra fazer cosplay (kkk)...

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Passando apenas para recordar a todas e todos que se interessam em fazer mestrado e dou doutorado conosco, que nossa linha é de fato e de direito, "EDUCAÇÃO ESPECIAL & PRÁTICAS INCLUSIVAS", seja ela escolar ou não escolar, inclusiva ou de exclusão (denunciando), presente também na Pedagogia Social (ou outro nome compatível), coletando/ produzindo dados na escola, fora dela (comunidade, família, hospitais etc.), presente também na Pedagogia Hospitalar e salas de atendimentos educacionais especializados (minhas duas paixões, por ora). A presença dela, Educação Especial, em obras de artes como o cinema (outra paixão kkk essa é desenfreada mesma kkk) etc.
Nossa linha não se chama mais "Diversidade e Práticas Educacionais Inclusivas", e que pelo nome, já dá pra imaginar que era mais aberta e ampla a diversos temas - negritude, homofobia, pedagogia social geral, psicopedagogia geral, feminismo, pomeranos, brinquedotecas gerais, internatos e orfanatos, educação de jovens e adultos (EJA), movimentos sociais etc.... Mas agora optamos apenas pela "EDUCAÇÃO ESPECIAL & PRÁTICAS INCLUSIVAS". Essa área específica se justifica pelo grupo de especialistas, pela ainda parca produção na área, espaço-tempo donde professores reclamam da efetividade da Educação Especial, necessidade que tivemos em "fechar um tema" um pouco mais etc.

De onde falamos: da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Centro de Educação (CE) e Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE).

sábado, 29 de outubro de 2016

intervenção artística na cidade...
PROJETO DEAD DROPS...
Instala-se pen drives em mais diversos lugares de uma cidade. Eles são afixados em paredes, árvores etc. Qual a ideia do artista Aram Barthol, nesse projeto de intervenção na metrópole chamado Dead Drops? Abrir espaço para que o sujeito venha com seu notebook, por exemplo, e copia o que tem dentro do pen. Trata-se de compartilhar o que quer que seja, e o sujeito pode deixar também seus rastos (o que ele inserir dentro do pen também). A ideia são mensagens de otimismo, tipo autoajuda ou mesmo textos profundos, imagens, músicas, filmes, livros e até teses etc. Mas de modo geral são produtos de pequenos tamanhos... Algo que provoque o cotidiano da pessoa.

TV Canal Futura. Programa "Em Família". Tema: "Asilo & Idosos".
Lá pelas tantas, uma filha é mostrada como modelo, então, de modo ousado, revela que ela e a mãe (que está no asilo) sempre tiveram péssima relação, pois "minha mãe sempre me sufocou". A filha fala com muita emoção e verdade pessoal, ela não está vingativa.
A apresentadora finge que não escutou, e ameniza a fala da entrevistada - relativiza.
Muda de cena.
Estamos no asilo e a mãe dela lê um livro que é mostrado a capa: "Insustentável Leveza do Ser" de Kundera. Ela diz que "amo esse livro e ele me faz suportar a distancia da minha filha". O jornalista pergunta o motivo, e ela fala que não sabe. O espectador empático já sente o motivo, pelo título do livro.
Como a mãe e a filha, somos ser da efemeridade e da solidão, cheios de conflitos, odiamos quem nos ama, e amamos quem nos odeia, vivemos sonhando com as relações interpessoais sem crises e sofrimentos. Toda relação é multicolor, nem azulzinha, nem rosinha. Não conseguimos sustentar a nossa leveza de ser, nossa fragilidade e incompletude, e engolimos o discurso de que somos sólidos e portadores de verdade única e universal. Um objeto de sentido substitui a filha e passa a ter vida, o discurso verdadeiramente amoroso da filha, substitui sua ausência junto a matriarca.
Ó Deus, eu vivo a insustentável leveza de eu ser sendo junto ao outro no mundo que não compreende que não há relação idealizada, mas a real.
[Hp; ficção; segundo minha memória hoje, eu assisti ontem o programa]