sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Meme que eu produzi com os dois atores de Love Sick The Series. No caso, imaginei o grande ator Ngern (de camisa totalmente rosa suave) pensando algo assim sobre si mesmo, e ao seu lado com o ator Pete (de jaqueta escura), também da mesma série.

Fiz esse meme com o ato tailandês Captain (de Love Sick The Serie) sorrindo de prazer. Imaginei ele como professor orientador de mestrado/ doutorado/ pós-doutorado e rindo de prazer quando sabe que um artigo que fez, junto com seus alunos, foi aprovado em uma revista qualificada segundo normas oficiais da CAPES... kkk A cara dele é nosso prazer, ser lido pelos colegas, que gostam e dão sugestões exequíveis de mudança... Isso é uma agradável sensação... Eu mesmo gostei do post que inventei a partir de programas de fazer memes... - Hiran Pinel


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

(Pró)Curando esboçar uma teoria da didática fenomenológica, a partir de uma técnica ou procedimento...
COMO SER COSPLAYER NA SALA DE AULA
Hiran Pinel

Adoro frases e diálogos de filmes de cinema, de TV, séries, webséries, enfim, da linguagem de cinema. Gosto de livros de ficção que têm frases bacanas... São linguagem que podemos transformar em cosplay, cover, imitação... Primeiro um envolvimento existencial com a ideia e depois, de modo indissociado, um distanciamento reflexivo donde se autoriza (ou não) o planejamento pedagógico.

Adoro, e sempre que posso eu faço cosplay (mais verbal e gestual, mas sem usar roupas parecidas...) na sala de aula. Posso usar no começo ou no final da aula. E sempre após eu volto pros alunos e alunas dizendo de qual filme ou série estou copiando, e conto uma pequena história da obra de arte, curiosidades e destaco país, ano e diretor, costumo pontuar aspectos políticos, sociais, educacionais, psicológicos etc...

Nesses momentos, nada importa a não ser a alegria motivada/ evocada, ou uma tristeza. Mas pode ser que sua imitação vire uma comédia mesmo quando você faz performance de um drama, mas afinal não somos atores profissionais, o nosso "physique du rôle" não é adequado ao personagem...

Você consegue imaginar eu imitando o personagem Arthit de "Sotus The Series", que é vivido pelo jovem ator tailandês Krist, lindo exageradamente (kkk) e com lá seus 18 ou 20 anos de idade? Pois então, há risco de virar comédia... e todo cuidado é pouco. Gente, mas isso de ser cosplayer na sala de aula, é um lugar (em um tempo) do ridículo mesmo, é um aqui-agora do clown e o clown é nosso tema em Pedagogia Hospitalar, então tudo bem... é isso... é depois refletir: Clown é cosplayer? O clown pode fazer cosplay? O cosplayer pode fazer clown? (kkk)

Uso muito no começo ou no final da aula como disse, e quando posso, uso a obra de arte como ferramenta para ensinar os conteúdos propostos - aí sim eu me realizo. Exemplos: estamos estudando a cegueira e planejo minuciosamente fazer cover de Mohammed, personagem do filme A Cor do Paraíso (Irã, de Madji Madjii, 1999), ele na sala de aula, e envolvo a turma, que assistiu antes ao filme. Proponho estudar deficiência física e intelectual e planejo ser cosplayer de "Histórias da Chuva" (Tailândia, de Nitchapoom Chaianun, 2016).

O professor precisa cuidar-se, nesses momentos-cosplayer, de não produzir risos (piada) quando o objetivo não é esse. Então, é por isso uma palavra alemã demanda ser usada pelo mestre existencialista, humanista-existencial ou fenomenologista. Essa palavra é: Sorge (cura, cuidado).
Refletir sobre um cosplay é sua tarefa, e sempre (pró)cura envolver a turma, escutando dela como se sentiu, se foi bacana, aspectos positivos e negativos - e ir se aprimorando. Mas é preciso paixão pela obra de arte, é preciso respeitá-la, amá-la, seja a mais popular, ou a mais refinada... Sem paixão e conhecimento fica difícil ser cosplayer na sala de aula universitária (meus exemplos) ou não.

NOTA: Em pesquisando o artigo, favor citar a fonte... 
MOVIMENTOS CONTRA O DIAGNÓSTICO EM SAÚDE MENTAL APLICADO À EDUCAÇÃO ESPECIAL ESCOLAR E NÃO ESCOLAR...

A Psicopatologia é o ramo da Psicologia Clínica que estuda a saúde mental, seus desvios (criativos ou não), as perturbações afetivas e cognitivas da pessoas que são ser-no-mundo (junto ao outro), propondo palavreados, reflexões, classificações, poéticas, descrições, compreensões, subversões etc. Preocupa-se, de modo tradicional ou subversivo, com o normal e o patológico, vistos ora de modos separados, ora indissociados, ora...

Hillman (2010) descreve três tipos de raciocínios contra o diagnóstico em Saúde Mental (Psicodiagnóstico), e que eu aqui-agora acho ser muito útil para a Educação Especial Escolar e Não-Escolar e em outros ramos do conhecimento e do exercício profissional, inclusive para o óbvio que é a Psicologia Clínica e Psicopedagógica:

a) NOMINALISMO: aqui, a pessoa em geral, seja o paciente, aluno, professor, pais, psicólogos, médicos etc., é contra quaisquer palavreados diagnósticos. Tais termos nomeiam o outro e com isso  produz muitos preconceitos, estigmas e discriminações. O o termo passa a nomear a pessoa, que nesse processo (vivido na sua carne) terá um outro nome próprio (ou identidade - uma pior, diminuída), deixando de ser si mesmo (ou o que isso é possível). A pessoa será um rótulo; a classificação vira um rótulo. Uma nomeação rotular ao ser dito (e escrito) traz um conteúdo, que ao ser dito, o entorno atua concordando/ aprovando - exemplo: uma criança é diagnosticada com Deficiência Intelectual (ou o que seja isso), e todos à sua volta a abordam assim, como um ser unicamente deficiente intelectual, oferecem para ela algo menor do que suas possibilidades (não responde às suas potencialidades e nem o que já sabe), que isso nem são investigados por pessoas "responsáveis" (?) que estão ao seu entorno;

b) NIILISMO: a nomeação é percebida/ sentida/ agida como algo idiota, sem sentido, algo vazio. Pessoas nessa esfera, niilistas quanto ao diagnóstico na Educação Especial, são contra quaisquer palavras criadas - diagnóstico de um único ou poucos termos, ou mesmo uma pequena descrição clínica. Essas pessoas quem a "certeza" (?) de que um diagnóstico nada presta, nada serve (a não ser humilhar ao outro): "as pessoas desocupadas criam tais termos sem necessidade, numa sociedade que tem coisas piores e que não dá conta, então fica inventando rotular o outro... Pra que? Isso não leva a nada, e por vivermos num vazio e idiotice, criar rótulo é algo perverso". Criar termos específicos na esfera da Educação Especial é uma grande "bobagem". Quanta inutilidade os cientistas ficar criando do nada e do vazio existencial, ficar classificando um mundo inclassificável. A ordem é: "abaixo as classificações", elas são nada - mesmo que vivamos numa sociedade que produza classificações, mesmo que isso componha nosso cotidiano ordinário. Sim, mas sem dúvida, na Saúde Mental (que tem forte impacto na Educação Especial), e isso precisa ser jogado fora, pegar esses textos e queimá-los, por exemplo. Tudo é um vazio e esses diagnósticos são assim, inúteis. Mesmo que haja classificações na nossa sociedade, elas existem - para o bem, para o mal e esses discursos pra lá, despreze-os, desconsidere-os;

c) TRANSCENDÊNCIA: se refere à noção de que o ser humano é essencialmente bom e perfeito, e que não existe nessa bondade e perfeição maravilhosa nada de adoentado; a doença está fora do sujeito - na essência ele é bom, a sociedade que é corrompe, e será ela que demandará ser diagnosticada, rotulada. A clinica (o sofrimento diagnosticado) não pertence ao reino humano, pertence ao reino externo.


Ao mesmo tempo Hillman (2010) diz que a Psicopatologia compõe a alma, sendo-lhe um modo de vida, algo de sua expressão. Saúde e doença compõe o mesmo mosaico de ser do ser humano.

Agora eu desejo levantar poucas questões, em espaço-tempo tão efêmero como é o facebook: É "preciso" produzir classificações? Porque classificamos? Como funciona nossa sociedade classificatória? Quem são classificados ou não? O que são os inclassificáveis? Como reconhecer que há doença mental sem classificar? Como subverter classificações? O que é e como é a pesquisa e produção de um diagnóstico descritivo e compreensivo, como uma das possíveis propostas de subversão/ oposição às classificações diagnósticas?

FONTE: HILLMAN, James. Re-vendo a Psicologia. Petrópolis: Vozes, 2010.


NOTA NÃO SÓLIDA E NEM DEFINITIVA, APENAS PARA PROVOCAR E PRODUZIR REFLEXÕES
Eu acrescentaria dois tipos de raciocínios contra o diagnóstico: o tipo de raciocínio advindo dos diagnósticos classificatórios que leva sempre e unicamente à MEDICALIZAÇÃO, seja uma prescrição unicamente desnecessária/ inadequada de [I] remédios (psicofármacos) visando resolver a questão o mais rápido possível como é a proposta de autoajuda ou mesmo acalmar e submeter corpos indóceis ao status quo estabelecido, assim como fazer prescrições de [II] novos/ alternativos comportamentos (e cognições) através de ensino planejado / executado/ avaliado sistematicamente, como estímulo de liberação de recompensas (para as respostas adequadas) para que ocorram mudanças positivas cotidianas, produzindo ansiedade patológica no sujeito - um medo em decepcionar-se e ao outro, o medo de ser um fracassado; raciocínio contra o diagnóstico que leva ao SADOMASOQUISMO (numa psicossocial), pois o sujeito é maléfico e perverso, mesmo na sua origem (ele é perverso na sua estrutura) ele é mal/ mau, e as classificações em Saúde Mental existem para isso, para anunciar essas maleficidades e as consequências de humilhação; o discurso nomeadores podem servir para que alguém tome as devidas providências contra essas anomalias consideradas como verdades únicas e universais e que estão fixadas; o profissional que rotula é um sádico e ao mesmo tempo sofre por fazer isso, afinal ele deseja o "bem" (?) do outro, e esse clima maléfico contamina ao paciente, não necessariamente nessa mesma ordem, mas ele se sentindo mal, mas feliz por ter um rótulo, alguém se "preocupar" (?) com ele. Os remédios indicados e propostas de mudanças comportamentais (e subjetivas) são considerados experimentalmente ineficazes, logo todo esse processo é ao mesmo tempo sádico e masoquista. NOTA: Não é algo definitivo e eu fiz isso de modo imediato durante uma aula nossa de Introdução à Educação Especial. * Hiran Pinel, autor...

sábado, 14 de outubro de 2017

Sobre nossos modos de ser (sendo) naquilo que escrevemos, Foucault em "A escrita de si" (1992) nos fala, que apesar das cartas que escrevemos ser endereçadas ao outro, de fato, nelas falamos de nós mesmos. Assim, vez por outra eu escrevo algo e tasco ao final, "ficção", conscientemente é algo inventado/ criado por mim, mas isso não impede que eu reconheça que há uma escrita de mim ali, e que ao mesmo tempo, o leitor pode sentir a presença dele também naquele escrito. Isso me parece valer inclusive para produção científica e artística em geral, assim como estamos sentados e sem percebermos desenhamos algo, traçamos linhas aparentemente desconexas ou é assim mesmo, "somos desconexos". Não há como escapulir disso: naquilo que produzimos tem algo de nós, muito ou pouco, mas tem, de modo claro ou não, mas tem.

[Hiran Pinel, citar fonte caso pesquise; 14/10/2017; Vitória, ES].

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

- Você quer ser o sol da minha vida?

- Sim, eu quero...

- Então fique 150 milhões de Km de distância de mim.

[kkk Hiran Pinel; copiei e fiz adaptação]

domingo, 8 de outubro de 2017

Você é um homem casado, [por isso] não tem o direito de fazer carnaval (kkk) 
REFERÊNCIA: Trecho de "Telecoteco" canção de Marino Pinto e Murilo Caldas, gravada por Isaurinha Garcia... Letra que hoje pode nos soar engraçada e melodramática kkk 

FAZER CARNAVAL: participar da festa; paquerar e transar com outras e outras na ou numa festa; fazer e participar de quaisquer festas sem avisar a esposa e família, e no máximo produzir uma festa familiar etc. É um prisioneiro de Zenda kkk

sábado, 7 de outubro de 2017

"Club Friday 8: True Love or Just Confusion" (the séries; Tailândia). São só 4 episódios numa história densa, tensa e intensa, sobre amizade de dois caras e uma mulher fazendo negociação amorosa, e ela casa com um deles... kkk O melodrama é bem conduzido e fica até moderno, mesmo com ela batendo com força na barriga desejando que o filho morra - meio clichê melodramático, negação. Mas ela abandonando o marido é tudo, uma heroína. E ele telefonando pro cara/ amigo para reatar algo que ficou e o cara não estava e desapareceu... Ele fica só, só e desesperado, mas pressentindo seu final, afinal a Ponte Rama VIII está logo ali em Banguecoque, mas não é funda kkk Melhor entrar na bebedeira com muito brilho nesse nariz, seu moço!... kkk

ELENCO: Toni Rakkaen & Setthapong Phiangphor; não consegui obter o nome da excelente atriz em meio a essas duas estrelas da Tailãndia, grandes atores...

domingo, 1 de outubro de 2017



REGRAS DO JOGO...

Em estando a passar uma noite em Banguecoque, qual seria a regra do seu jogo comigo?

[Hpinel; ficção].

Meu olhar se encerra na capital - Banguecoque,
luzes, sombras, névoas e kathoeis caminhando - loucos arados.
Buda de ouro, um outro lá que caminha longe.
Na pontinha da nação, os islâmicos não me dão chibatadas.
Não há prédio com 8 andares por perto e nem pedras de mão.
O shopping é de Siam e eu peço massagens.
Eles fazem tudo completo em cima de mim, me desespero.
Orgasmos de belas garotas na pole e um cheiro nobre no ar.
Um rapaz se esforça em me agradar e me define "jovem" - morri.
Um crime é anunciado no carnaval das águas, ali no rio mais perto.
O hino nacional é cantado na Universidade de Mahidol,
antes de projetar meu filme "Lar, amor, memórias, felicidade".
Por que você fotografa minha escola? É para você me retratar vazio?
Krist e Singto perguntam-me: Você esqueceu de nós dois?
Os convido jantar e dar uma passadinha na Ponte Rama VIII.
Saio tonto do muay thai, pois fui nocauteado e fiquei de quatro
e o vencedor me teve como troféu, uma "doença tropical".
A minha febre está alta, peço clemência e recebo um ósculo.
Descubro que sou protagonista de uma série yaoí de pouco sucesso,
mas cujo final faço spoiler: abandonado como "amor em Sião".
Podem chorar manas, podem - pois a vida é real, feia ou bonita.


[ficção; Hpinel]

Gente, é muito triste. O personagem Thee (ator Tou Anusit) vê seu ex-amor Phu (ator Pattarakampol) levando uma flor vermelha para sua atual namorada.

O olhar dele de piedade, compaixão e prestes a cometer um auto-flegelo. Ele está com esse braço quebrado, e isso dá ideia do quanto ele é uma Santinha "Ôca" Desiludida, no calvário, numa via sem fim... Na Tailândia a imprensa o descrevia como esposa e Phu como marido - coisas do universo das larkon yaoí, séries tailandesas que advém do espírito mangá. 

Isso numa cena de "Hormones The Series" (2013), revendo pela enésima vez. Eu assisti essa série em 2013...

Metodologia fenomenológica existencial. Há? Sim.
Fico aficionado por episódios, e dentro deles, certas cenas e paro em uma - fico tresloucado por uma, por cada detalhe e pelo todo, figura-fundo. Tem cena que que eu gosto tanto, mas tanto, que eu me sinto como se eu fosse um anatomista, me proponho dissecar minuciosamente, e ao mesmo tempo, atuo como se eu fosse um fisiologista, compreendendo como tudo funciona, mostrando o mecanismo social psicodinâmico do árduo, sutil e complexo jogo do viver, no caso de Hormones, um viver amoroso e desiludido... Não me interessa os amores bem solucionados nessa série, tão irreais, meu foco são os mau intencionados, os traidores, os sacanas, os abandonados, os rejeitados, os carnais com ausência do amor, os cindidos, os "fudidos", os idiotas, os babacas, os infantis, os que se entregam a ambos os papeis "marido-esposa" etc. Pela série, é na dor que está meu foco, pois é nela que encontramos o real, é nela que costumamos sentir algum significado no viver - nela é que se presentificamos nossa sociedade moralista e hipócrita, e como... aff Maria... kkk

NOTA: Essa é uma apreciação pessoal e muito frágil, pois a "coisa" é mais funda no aqui-agora e no passado, com perspectivas futuras... kkk Tá pensando que é fácil descrever e analisar fenomenológicamente uma obra de arte? Enganou-se meu bem, "pode vir quente, que eu estou fervendo..." (Erasmo e Roberto).
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Minha vida descoordenada, e tendo que estudar "O Método das Coordenadas". Aprenderei algo?

Frase a partir dessa imagem de Make It Right The Series (Tailândia).
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terça-feira, 26 de setembro de 2017


Está surgindo uma mania bem interessante no You Tube... Fãs de séries yaoí tailandesas produzem vídeos com imagens da série que gosta e no fundo uma música brasileira kkk

Correndo o risco de ser criticado, mas não temendo isso, eu creio que canções sertanejas podem até emocionar muito devido aos temas dos amores rasgados e desesperados, mas que NÃO pegam o climão de Sotus The Series, por ex kkk É uma coisa muito subjetiva essa minha opinião e que não contém verdade sólida... Acho que essa minha resistência é que as músicas específicas em tailandês não tem concorrentes, acostumamos com elas... kkk É apenas uma opinião, e como toda ela, bem que poderia ser jogada no lixo, mas eu não aguento fundo sertanejo universitários de amores desesperados, cafonas, angustiados e de ranger de dentes próximo a uma sexualidade afoita e um gosto amargo do sêmen, da vida sexualizada, do amante com um revólver a espera da presa para assassiná-la... kkk eu acho muito cafona... muito... é algo in-sólido, insólito kkk e um dos meus defeitos, pois no amor ainda sou ingênuo demais, penso em beijos, colo, carinhos e amorzinhos sem ter fim, pernas trêmulas - a primeira vez... 

Como essas séries trazem narrativas caracterizadas pela ingenuidade extremada, sinto que algumas canções do Roberto e Erasmo Carlos mais próximas, por serem mais doloridas e pouco sexualizada (nessas séries yaoí - com exceções como em MIR e Together With Me - predomina o ingênuo, o dito puro, a primeira vez...), Caetano Veloso de menor ingenuidade, mas mais elaboradas compatíveis com o roteiro refinado de Sotus, que francamente é obra de arte, pelo menos nessa 1a temporada, que é definitiva...

Assinado: Eu, o cafona, em outro tempo/ espaço de cuidado e escuta.

domingo, 24 de setembro de 2017

MINHA MÃE NUNCA ME DISSE ISSO ...
Bangkok... 6 amigos, ainda na juventude, despedem de um deles que vai fazer universidade na China. Uma noite de bebedeira, enquanto a mãe dorme. O anfitrião, que vai pra Pequim, resolve fazer um jogo de cartas de baralho: joga as cartas na mesa e cada um cata a primeira que conseguir, e quem ficar com o rei, manda no grupo. O última é o anfitrião que no outro dia, ainda cansado, diz que eles deverão até o outro dia representarem fielmente que são casais de namorados, fazendo na frente de muitos e entre eles mesmos. Eles reclamam, pois gostam de meninas. A série narra descrevendo esse dia com muitos dramas e descobertas, e o mais vital, o anfitrião vai sofrer e muito. A mãe do protagonista numa cena, diz mais ou menos ao filho: "Vc vai pra China e ficará anos longe de seus amigos. Diga o que sente por cada um deles, não esconda nada, não deixe nada ao ar, pois a melhor coisa da vida é a verdade e não o mistério, pois o mistérios nos dá tensão, ansiedade e quando vc ficar idoso ficarás muito melancólico e saudoso daquilo que não foi vivido realmente, concretamente"... kkk Eu refleti nessa hora: Puxa que puxa, minha mãe nunca me disse isso! ... kkk

NOTA:
Título em inglês: I Am Your King The Series
Título Original: ผมขอสั่งให้คุณ
País de Origem: Tailândia
Gênero: Drama
Nº de Episódios: 12

O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (PPGE) DA UFES OBTEVE NOTA CINCO (05) PELA CAPES... SOMOS DA RESISTÊNCIA...
"Teacher and Student" (2014; título original: "- ครูและนักเรียน -"; com Tananara Kisthachapon) é um estranho filme tailandês que parece narrar a vida de um jovem professor de inglês numa zona rural da Tailândia que se apaixona pelo conhecimento que porta um outro aluno - o saber que desconhece e que deseja ardentemente ser proprietário. Mas ele aprenderá, que para saber, é preciso seduzir e conquistar o conhecimento de sentido que o outro tem, com calma, paciência, persistência, perseverança, ética, com a paixão, com competência e ardor - e acima de tudo humildade não submissa, pois gradativamente vai descobrindo que nessa esfera pouco ou nada sabe. Um filme como disse estranho e que até me assustou a primeira vista, mas que depois pude inferir tanta Pedagogia, tanta Educação e tanta Psicologia... Nessa primeira cena o referido aluno vai para as aulas de Educação Física, e o mestre na sua mais profunda procura pelo conhecimento de si (no outro), cheira a roupa do discente, para sentir o que lhe falta e o que lhe escapa pelas frágeis mãos de quem "se achava o dono do pedaço" (dono do saber)... Não meu caro "profé", não será assim que aprenderás, mas podemos supor que é um caminho, o seu caminho - o mais difícil e árduo caminho já escolhido por um ensinante...
O que há entre nós dois?
Será amor ou será minha solidão?
Minha invenção de amor que não há?
Fragilidade idosa de alguém louco pela juventude impedida?
Fico querendo saber, pois diante da morte só tenho a vida pedir
Será que é a fraqueza do meu coração?
Devo estar interpretando errado os sinais vindos de você.
Eu só quero pensar, sentir e agir a favor de mim mesmo
Estou sem tempo, sem espaço e sem cuidado
Minha obra a deixar é a partir de seu cuidado por mim
Será amor ou será minha solidão?
A quarta ponte do rio Mekong está sempre ali,
é só ir até lá, pular dela e chegar a algum coração da selva.


[Hp; ficção]

 


"Sem Arrependimentos"/ "No Regret"/ "- 후회하지 않아 -" (filme da Coreia do Sul, 2006, direção de Leesong Hee-il). Finalmente, depois da loucura e dos profundos desvarios advindos do ódio e do rancor, o reencontro e o começo de tudo, pela via do amor. Então, o protagonista reconhece quem de fato o ama, e diz emocionado ao seu velho conhecido e amante: "Encantado em te conhecer, Jae-Min". Fiat lux! O fã sai aliviado do filme, mesmo que a realidade vivida nem sempre seja essa kkk

dia das arvori...
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HIRAN PINEL, 2017, agosto.
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Agora fico a olhar o apartamento de frente ao meu. Fico de soslaio. A moça parece escutar uma canção, pois dança sozinha com um copo de bebida nas mãos, deve ser whisky, cuja palavra ao ser pronunciada, os lábios parecem ao final abrir-se em um leve sorriso, um botão em flor. Ela fica dançando e está quase pelada - linda como poucas. De repente ela para, e será ela que ficará reflexiva na janela - isso por um tempão. Vira de costas e encostada na parede vai sentando no chão. Fico olhando horas e horas, a mesma cena - janela aberta, luz acesa - e ninguém para de fato eu enxergar. Será que ela está ainda sentada? Será que pensa em que? Uma pessoa a abandonou ou ela sempre foi sozinha? Eu penso que é uma menina só, e eu também sou só, e minha solidão é maior, pois fico olhando, olhando fixamente - como se desejasse reter nas pupilas o que um dia esquecerei. Menina e menino tão sós, nunca fomos abandonados e nem rejeitados, somos sós, uma alegria de ser na solitude nessa noite tão molhada.

[Hp; ficção]

Visitantes de domingo sempre nos dão prazer, senão quando chegam, ao menos quando vão embora (kkk).

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Você é um homem casado não tem o direito de fazer carnaval (kkk)

Trecho da canção popular "Telecoteco" de Marino Pinto e Murilo Caldas, gravada por Isaurinha Garcia... Letra que hoje pode nos soar engraçada e melodramática.
assistindo agora um desenho na Cartoon Network - CN "Poderosas Magiespadas"... bem, e lá pelas tantas, o herói diz a uma planta carnívora doidona:

"- Eu vou mandar você procurar um psicólogo botânico" kkkk

Só rindo... Será dublagem ou no original é assim? Adorei... Assim se faz propaganda de um ofício, sabiam?

{Hpinel}

sexta-feira, 15 de setembro de 2017


Kongpob ama e não é correspondido por Arthit.
Ele grita o nome do outro e nem mesmo é escutado.
Ele confessa ao amigo: - O amor roubou a minha paz,
Eu vivo num pedacinho de Saigon de 59-75.

Kong está ansioso e clama piedade.
Não lamente Kong, logo virá um casamento de P'Thon
Arthit estará com fome e irá te convidar pra jantar
E na Ponte Rama 8 tudo irá acontecer - os dois de terno e gravata...

Mas recorde sempre: Thit é veterano. E Ong? Ong é calouro
Ele é um homem, você é um cara
Você sabe que ele gosta de leite rosa
E ele sabe que vocês se amam.

Ambos ficam dos seus apartamentos procurando o outro
Memórias de passado recente como se idosos fossem
Noites sonâmbulas, madrugadas molhadas
Cada lágrima é um desejo de ser feliz.

[Hiran Pinel, autor; ficção]

NOTA: Arthit e Kong são personagens (protagonistas) de Sotus The Series, uma série tailandesa.
 - VOCÊ SABE QUE EU SOU UM VETERANO E VOCÊ UM CALOURO?

- SIM.

-VOCÊ SABE QUE EU SOU UM HOMEM, E VOCÊ É UM HOMEM?

- SIM, EU SEI.

- VOCÊ SABE ATÉ QUE EU GOSTO DE LEITE ROSA...

[Diálogo rico de significado dito por Arthit e minimamente respondido por Kong, na Ponte Rama VIII, in Sotus The Séries].


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

KONG & ARTHIT: UM CASO DE AMOR
Kong ama e não é correspondido por Arthit.
Ele grita o nome do outro e nem mesmo é escutado.
Ele confessa ao amigo: - O amor roubou a minha paz,
Eu vivo num pedacinho de Saigon na época da guerra 59-75.


Kong está ansioso e clama piedade.
Não lamente Kong, logo virá um casamento de P'Thon
Arthit estará com fome e irá te convidar pra jantar
E na Ponte Rama 8 tudo irá acontecer - os dois de terno e gravata...

Mas recorde sempre: Thit é veterano e Ong? Ong é calouro
Ele é um homem, você é um cara
Você sabe que ele gosta de leite rosa
E ele sabe que vocês se amam.

[Hiran Pinel, autor; ficção]

NOTA: Arthit e Kong são personagens (protagonistas) de Sotus The Series, uma série tailandesa.


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

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MINHA MÃE NUNCA ME DISSE ISSO ...
Bangkok... 6 amigos, ainda na juventude, despedem de um deles que vai fazer universidade na China. Uma noite de bebedeira, enquanto a mãe dorme. O anfitrião, que vai pra Pequim, resolve fazer um jogo de cartas de baralho: joga as cartas na mesa e cada um cata a primeira que conseguir, e quem ficar com o rei, manda no grupo. O última é o anfitrião que no outro dia, ainda cansado, diz que eles deverão até o outro dia representarem fielmente que são casais de namorados, fazendo na frente de muitos e entre eles mesmos. Eles reclamam, pois gostam de meninas. A série narra descrevendo esse dia com muitos dramas e descobertas, e o mais vital, o anfitrião vai sofrer e muito. A mãe do protagonista numa cena, diz mais ou menos ao filho: "Vc vai pra China e ficará anos longe de seus amigos. Diga o que sente por cada um deles, não esconda nada, não deixe nada ao ar, pois a melhor coisa da vida é a verdade e não o mistério, pois o mistérios nos dá tensão, ansiedade e quando vc ficar idoso ficarás muito melancólico e saudoso daquilo que não foi vivido realmente, concretamente"... kkk Eu refleti nessa hora: Puxa que puxa, minha mãe nunca me disse isso! ... kkk

NOTA:
Título em inglês: I Am Your King The Series
Título Original: ผมขอสั่งให้คุณ
País de Origem: Tailândia
Gênero: Drama
Nº de Episódios: 12

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Cada amor que tenho é sempre a primeira vez... pernas trêmulas, coração à boca, respiração ofegante... kkk 

* * *

Só aviso uma coisa: quando eu cheguei aqui, tudo era mato... Então não me tire por menos, tá família juvenal-juvêncio? kkk




* * * 

 

sábado, 2 de setembro de 2017

Singto e Krist vestidos, cada um, de terno rosa
Ambos fazem charmes de modelos exemplares
O que é e como é esses desejos perpassando aos fãs?
O que faremos de nossa vida? E depois, depois e depois?
Singto e Krist não têm consciência do impacto deles em nós
Eles estarão sós ao final - Singto já lamenta, na rede, suas frustrações
Kristt apoia Singto nessa procura humana de um sentido pra vida
Os fãs ficam atentos aos próximos ídolos, e logo-logo os esquecerá
e a vida vai nos interrogando a todos, inclusive aos nossos Arthit e Kong:
- Qual o sentido de sua vida? E então tentamos responder... Tentamos.
Já eles nem isso: sofrerão da mesma ilusão que agora nos contamina.



[NOTA: Singto e Krist são dois atores tailandeses de "Sotus The Series" e agora, na segunda temporada, "Sotus S The Series", nos seus personagens Kong e Arthit; são jovens e talentosos; texto de minha autoria; ficção]
Eu fico abaixo das estrelas, e daqui eu te percebo e sinto. Nunca poderia chegar até a você, mas te olho com seu doce sorriso, pele alva e translúcida, corpo de cuidado frágil, e que um dia senti seu prazer concreto comigo. Mas hoje, a única certeza que tenho, é que é daqui o meu lugar, e tudo nesse tempo. Te olho e te sinto, e terei uma noite só de esplendor, algo inventado na minha alegre solitude.

[HP; autor]
MÃE, MÃE...
Chorei (e choro) com essa série do primeiro ao 14o episódio, o último episódio, de número 15, o governo da China Popular censurou... Vou falar aqui apenas do 5o episódio. A série se chama Addicted (Heroin) | 上瘾 (China Popular). Vou destacar dois diálogos comoventes:

1) no churrasco de rua regado à cerveja, Gu Hai confessa que deseja apenas cuidar do outro e o outro lhe diz pra não usar da sua tolerância (ele parece gostar dos jogos do outro) para produzir falta de vergonha, insinuado alguma sexualidade, pois a sensualidade está clara (kkk) - uma fala ágil e cheia de segundas intenções; 

2) quando bêbado, nas costas de Gu Hai, ele balbucia com uma imensa dor "mãe", "mãe", e o faz pela segunda vez, e me parece que mãe é uma figura que deve ser muito cultuada pelo regime, tal qual aqui, mas lá com bastante força, com um dos sustentáculos na história do país, assim como na Rússia do filme Encouraçado Potenkim... 

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É uma produção visivelmente barata (numa dimensão econômica), mas de uma qualidade imensa, arte. E cada episódio é uma obra de arte, refinada e sensível, sem jamais perder a sexualidade que gradualmente parece indispensável, ligada à história mesma - não sendo assim apelativa e nem pornô.

Pena da censura chinesa (da parte Popular), qualquer censura é uma pena, ainda mais em uma obra de arte... É o tal negócio, o Estado sabe que uma boa obra de arte provoca as pessoas, provoca multidões, toca em tema delicado, tema esse que pode ameaçar a manutenção da nação, da sua pretensa moralidade.


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Quem nunca fez loucura na adolescência? - pergunta Gu Hai para Yin. Eu ainda tento fazer, eu tento Gu Hai... Sempre fui um esforçado na esfera amorosa, sempre... é um esforço hercúleo, sem muito sucesso, mas nunca perdi ou perco a esperança e então eu tento, eu tento... Um dia "eu vou conseguir", cantava Wanderléa roqueira... kkk
[Hp; ficção]

Cena da série "上瘾 Addicted Heroin" (China Popular). Heroin (de heroína, droga, algo que vicia). Heroin é a junção dos nomes dos dois personagens que se envolvem em um "amor viciante", algo que os toma, de tal modo, que acabam se fragilizando e ao mesmo tempo os potencializando...


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Falo nada, só "óleo" e deslizo o olhar penetrando os desvios e neles me encontro e desencontro comigo e contigo - no mundo.
Esperando algum amigo me ligar dizendo: "Hiran, arruma suas malas, vc vai comigo pra Bangkok, te explico no caminho".
Hoje, 22 de agosto, é o dia do professor de Educação Especial. Estamos de parabéns... !
Ele contou nossa história - a do nosso amor. Ele chorou enquanto falava... Mas eu já estava morto, e nunca pude sentir isso...
"Meu sonho é tocar o firmamento para me converter numa estrela longínqua, porém fulgurante e bela, assim todos iriam recordar de mim, por aquilo que cheguei a ser" [María Montez, 1912-1951; atriz - minha tradução].
Descendo a rua, eu vi primeiro a bicicleta.
Você desce dela e entra na livraria
Procura algo pra você ler e se derreter
Você escreve seu nome nele e pensa em mim
Imagina eu sorrindo pra luz do céu - noite estrelada
Um tarde quente e você jogando futebol
Enquanto você corre no campo, eu esperava o doce diet
Ali pertinho, o mar revelando nas ondas seu amor
Ao chegar a aurora - amanhecer do seu dia de trampolim
Finalmente olha fixamente no sol nascente
Você finalmente me enxerga ao seu lado
Meus braços abertos e os dedos dispostos a te acariciar
Você deixa a bicicleta de lado e se entrega aos meus lábios.


[Hp; ficção]

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O ator tailandês Singto, protagonista de Sotus The Series, interpretando um roqueiro do seu país... No programa de TV "Lip Sync Battle" da Tailândia. Apoteótico, talentoso, raro. Grande ator!



Fãs? Quer raça mais ordinária? Verdadeiros coiotes. Hoje nos amam, e um segundo depois, diante de outro mais bonito, tudo muda...
MÚSICA NÃO CURA,  MAS ... kkk

- Você quer tomar um drink, moça?
- Por favor meu jovem, me poupe, pois eu tenho namorado!
- Acalme sua paranoica, eu sou garçom. Entendeu? Garçom, sua desequilibrada que acha que todo cara está te cantando. Acorda!
kkk
HOJE É DIA DE ROCK, OPS... DO PSICÓLOGO...
Simbolicamente pode ser um dia pra gente pensar nossa formação inicial e a continuada, nossa formação técnica, clínica, comunitária, política e científica. Que tipo de profissionais procuramos para nos ajudar na nossa demanda de cuidar da gente mesma? Que tipo de supervisão procuramos e concretamente participamos? Que tipo de supervisores somos? Que livros estamos lendo e estudando? Lemos literatura ficcional? Quais? (kkk) Misturamos alhos com bugalhos? (kkk) Nossa faculdade estava de fato bem planejada, com todos as ferramentas indispensáveis disponíveis aos estudantes, os futuros profissionais psicólogos? Os nossos professores eram pesquisadores e profissionais respeitados?
São só questões que eu levanto como levantaria pra outros ofícios, mas que aqui-agora cai bem para os psicólogos. Não tenho resposta e nem sou dono de alguma verdade, só produzi questões que faço a mim mesmo.
Eu abro os olhos lentamente
Vejo seu rosto da multidão
Como vou resistir a você?
E se nossa vida, de surpresa, mudar?
Cairei como em uma queda livre
Minhas mãos serão abandonadas por você?
Segure-me firme como sempre fez
Cuide de mim, como sempre falou
E aquelas histórias antigas? Conte-me mais!
Leve-me ao seu tempo, fique no meu espaço
Eu era pura hesitação, hoje caminhos frágil com você.
Nunca me diga que escondi algo de você...
Te autorizo reconhecer que sempre nos ferimos
E ainda assim, sinto sempre suas delícias, seus lábios
Não deixe de me doar sua ternura e fique aqui-agora
Aperte minhas mãos, não me deixe cair na minha queda.


{HP; autor}

Quero pedir desculpas... kkk
Eu olho para você, e vejo um filme de sexo amoroso. É como você estivesse se desnudando na minha frente, para minha delícia, meu delírio... uau... ser Vida.u
Ontem a noite deitei, e da minha cama fiquei olhando as estrelas no céu, comecei a contá-las, a sonhar que eu era uma.

De repente, do nada, dei um pulo da cama e assustado, com os olhos estatelados, interroguei-me:

- Onde foi parar o telhado da minha casa? Onde?

[Hp; adaptado e recriado de um texto da internet]
QUE ILHA VOCÊ LEVARIA PARA UMA PESSOA DESERTA?

* Frase poética de: José Juva, de Olinda Pernambuco, nascido em 1984.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

FÃS BRASILEIROS DE SÉRIES/ "LAKORN" TAILANDESAS YAOÍ

PINEL, Hiran.

Sou filiado a alguns face's (facebook) que tem como tema fãs de séries tailandesas yaoi, e que se desvelam verdadeiros otakus kkk. Eu navego muito neles, mesmo que minha maior presença seja em apenas um brasileiro, de mais fácil comunicação, mas "viajo" em todos, escrevo em português mesmo, e eu não estou nem aí. Alguns, por não saberem o que eu escrevo, me ignoram ou me deletam, MAS quase nunca falo mal dos atores, da série etc. Sempre elogio, é algo respeitoso em meio aos fãs.

O QUE EU OBSERVO?

1. Os fãs, homens e mulheres (maioria mulheres, no Brasil, maioria homens e gays) gostam mesmo, comentam, falam, alguns se descontrolam, especialmente diante da beleza oficial dos atores kk;

2. Sinto que existem os mesmos fãs disparadores (remunerados ou não), logo posso levantar suspeita de ganhos econômicos de algum modo por parte de alguns ou que muitos fãs são otakus de fato - kkk;

3. Reclamam em demasia dos ingênuos beijos entre os personagens, exigindo língua - k sabe da cultura e a censura na Tailândia? kkk; 

4. Reclamam da pouca presença práticas sexuais explícitas? kkk se beijo é insinuado, imagine sexo!; 

5. Todo ator é descrito como lindo, maravilhoso, deus, ícone etc... Uma conjunto de adjetivos que circulam por aí kkk Há descontrole que eu amo, adoro; 

6. Mesmo que algum ator (poucos) seja mau intérprete (eles são muito jovens em idade, logo com pouca prática de interpretação e alguns acabam canastrões kkk a própria TV os formam), no facebook não se toca no assunto, e não se permite que o outro fale, considerando isso como ameaça ao face, uma ofensa sem pagamentos, horror, angústia, falta de ética. A ordem é elogiar sempre com frases mais curtas possíveis, uma palavra única tipo tesão, morrendo kkk Se vc não deseja ser cortado, é preferível cala-se ou ter habilidade em escrever, denunciando, por ex, o mau ator, mas o elogiando; Há um tipo de interpretação que capturamos o canastrão: um pergunta algo e o outro responde, mas tudo muito demorado, como se ambos tivessem um "ponto de ouvido" (de escuta); isso é visível kkk ao mesmo tempo, isso pode ser um tipo de interpretação, pois mesmo imaginando, eu adoro essas cenas, onde um diz lentamente "olha a Lua no céu, ela acentua a cor azul", e o outro olhando, pisca levemente os olhos, abre a boca primeiro e responde num som onomatopaico "hummm" como sim... kkkk eu morro de rir, adoro, amo esse clichês; um ator cair sobre o outro kkkk; um dar comida na boca do outro por qualquer coisa kkk um pegar no prato do outro um pedaço de alimento... kkk amo esses clichês, esses detalhes, pontuando que o amor é isso: "detalhes tão pequenos de nós dois" como dizem o rei e o Erasmo kkk

7. Compram fofocas do país de origem, e nos alimentam com as mesmas kkk O casal de personagens na vida real também estão juntos, mesmo que capturemos que na vida real os dois sejam heterossexuais; 

8. A questão mais comum (k) e banal entre os fãs pode ser: Aqueles atores vivem personagens yaoí, eles são na vida real um casal de verdade? Os fãs gastam energia com isso kkk adoro, lúdico demai; 

9. Dependendo do personagem, se antipático ou não, eles odeiam, falam mau (do personagem), blasfemam em nome do senhor Buda e outros santos ao redor daquela área da Ásia kkk e nós...

10. Usa muito termo específico em inglês (k) isso é demais, tenho que procurar o significado estabelecido kkk - morro de rir, mas tem hora que dá antipatia da recusa em usar termos em português; mas eu aceito ao final kkk; 

11. Não gostam de respostas aprofundadas, com textão/ texto grande kkk, pois a preferência é por termos rápidos e de conteúdo (pra eles) como "gostoso", tesão, homão da porra, tô morrendo; molhadinha, chorando, desmoronada etc. Tem vez que nem escrevem, inserem imagens com esses dizeres... Por ex: O ator comentado no post é lindo, eles colocam uma mulher de perna aberta saindo uma cachoeira do orgão sexual dela, e o termo "molhadinha" kkk Lúdico... adoro; 

12. Não suportam o fato de que os personagens apenas insinuem fazer sexo (muito leve), as vezes os personagens só falam que fizeram e de modo sutil... querem explicitação detalhada, e não aceitam kkk Comentam que os personagens não são gays, ora eles não se beijam mesmo (de língua) e nem fazem sexo... Mas eles falaram, mas não há consenso... kkkk amo isso. Sem o sexo explícito não há amor, a coisa não existe, é algo no vazio - não suportam o clima amoroso, querem partir para os finalmentes kkk lúdico;

13. Detestam que os fãs contam trechos da série, que revelam algum dados que não assistiram... Mas como? Na Tailândia passa no dia correto, e nós brasileiros recebemos a rebarba e em datas posteriores. Odeiam isso, e se comportam como meninos birrentos e birrentas. Chega a dar nojo, pois capturamos que eles não acompanham as séries com empenho de obra de arte, mas apenas vendo rapidamente e por cima as relações amorosas dos personagens. A eles não interessa a qualidade das obras, as interpretações (quase sempre convincentes), as músicas etc... Nesse quesito eu vejo um vazio, pois as coisas amorosas na tela (ficção) são quase sempre esperadas: ficam juntos ou não ficam; brigaram ou não. Os roteiros são bem simples e cheios/ prenhes de clichês (muito e muitos);

14. Tem muitas mais observações, mas essas ficam pra uma pesquisa, quem sabe? kkk 

CONCLUSÃO: são fãs como somos, humanos fãs. Esses fãs são iguais a quaisquer fãs de cinema e outras séries fora das tailandesas - de telenovelas; gente adorável e ao mesmo tempo complexa.